5 dicas para ter uma boa noite de sono

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Depois de um dia cansativo, tudo o que qualquer pessoa deseja é deitar na cama para descansar e, claro, revigorar as forças para o dia seguinte. Porém, nem todos conseguem dormir tão facilmente ou manter uma noite de sono sem interrupções até o amanhecer.

A insônia é muito comum na terceira idade e ocorre por fatores distintos como psicossociais, doenças clínicas e crônicas como insuficiência cardíaca ou diabetes e uso de medicamentos para tratar problemas de saúde. Mas, embora algumas pessoas invistam na automedicação para estimular o sono, a prática não é indicada pelos médicos. A recomendação é adotar algumas medidas para ter um sono mais saudável diariamente.

Dicas para adormecer com qualidade:

1) Fique atento às bebidas ingeridas: evite consumir bebidas alcoólicas ou bebidas que contenha cafeína como café e chá por, pelo menos, quatro horas que antecedem o momento de deitar. Eles não são indicados porque a cafeína possui um efeito estimulante, fazendo com que o sono diminua. No caso das bebidas alcoólicas elas podem causar desconforto gástrico e aumento da diurese, aumentando a vontade de ir ao banheiro durante a madrugada.

2) Tenha horários regrados: ir para a cama e acordar todos os dias no mesmo horário é importante para evitar oscilações no sono. Para quem gosta de acordar mais tarde nos fins de semana, a dica é passar de 30 minutos a uma hora a mais para não desregular o sono.

3) Deixe o ambiente agradável: normalmente, no período da noite, a temperatura do corpo reduz. Portanto, o clima do ambiente deve estar agradável, nem muito frio para causar incômodos durante a noite e nem muito quente. Desligue televisores, computadores, celulares e demais aparelhos eletrônicos que podem provocar uma interrupção da noite de sono.

4) Evite comer antes de dormir: as refeições devem ser realizadas até três horas antes de deitar para que a digestão seja feita por completa. Os alimentos não podem ser de difícil absorção porque agravam em um aumento do fluxo de sangue no estômago e pode causar refluxo. Deve-se optar por alimentos mais leves, fáceis de serem digeridos e em pequenas quantidades porque no período noturno, durante o sono, o metabolismo atua de com uma menor velocidade.

5) Desligue a memória: se não conseguir dormir em 30 minutos, levante-se da cama e coloque uma música relaxante e suave para ajudar a dormir ou leia algumas páginas de um bom livro, pois faz com que você se desligue de problemas que te deixam estressado e afetam na qualidade do sono.

Fonte: Aproveitando a Terceira Idade

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Chegou a hora de aproveitar

Essa é a fase da vida marcada pelo encerramento de diversos ciclos. Na família, por exemplo, você cumpriu muito bem seu papel de criar os filhos, que agora já devem estar até casados e ter lhe dado netos. Fora de casa, depois de anos dedicados ao trabalho, chegou a hora da aposentadoria.

Entretanto, o planejamento deve ser sempre mantido, ainda mais porque agora você quer manter o seu padrão de vida e, o que é melhor, ter a possibilidade de realizar ao máximo novos projetos. E reiniciar mais ciclos…

Longevidade
Diferentemente do que muitos imaginam, a terceira idade não é sinônimo de inatividade e problemas de saúde. Muito ao contrário! Com os avanços da medicina, a longevidade é hoje um fato. E viver mais e melhor é possível, sim!

Comer bem, fazer exercícios e manter hábitos saudáveis é ideal para todos, independentemente da idade. Mas, no caso dos idosos, ter um hobby, participar de passeios e reuniões culturais e manter contato com pessoas de sua faixa etária são dicas extremamente importantes, pois ajudam a elevar a autoestima e fazer com que se sintam integrados à sociedade.

Nunca é tarde
Que tal aproveitar o tempo, que agora é mais tranquilo, para fazer aquele curso que sempre quis? Pode ser o idioma da família, a aula de dança, a faculdade… Muitas são as oportunidades para este público, cada vez mais ativo interessado e cheio de vontade de aprender… E ensinar.

E aquela viagem dos sonhos, que nunca teve tempo de realizar? Tempo não é mais problema e, caso tenha se planejado ao longo da vida, dinheiro também não será. Reserve uma parte da aposentadoria e faça as malas. Aproveite os descontos aos quais têm direito – muito justamente, por sinal – e pegue a estrada. Com certeza, encontrará pessoas na mesma situação para trocar experiências, histórias e dividir momentos inesquecíveis.

Confira outras dicas para aproveitar bem a “melhor idade”:

  • Trace metas de vida e planeje-se para alcançá-las e adaptá-las às suas condições.
  • Faça de sua experiência de vida um ensinamento e esteja disposto a aprender, sempre!
  • Mantenha sua autoestima em alta e acredite em você.

Fonte: Finanças na Prática 

Creches para Idosos

Casa de Repouso - Duvidas

A Creche pra Idosos, o conceito é bem similar ao da creche infantil, os idosos são assistidos por profissionais pacientes e cuidadosos.

Importante, não confundir casa de repouso e creche para idosos. Nas casas de repouso, os idosos, ficam internados 24 horas, tem médicos, enfermeiros, tem cinco refeições diárias e todos os cuidados com higiene.

Nas Creche, os idosos passam uma parte do dia e como ainda não existe uma regulamentação específica, não é obrigatório o suporte médico. É apenas uma recomendação para que a casa conte com profissionais como terapeutas ocupacionais, nutricionistas e cuidadores profissionais. Lá fazem pintura, conversam sobre notícias de jornais, cantam, fazem atividades em grupo, o que influencia de forma positiva o comportamento, o relacionamento com os parentes e pessoas presentes no dia-a-dia.

Essas creches cobram mensalidades que variam entre R$ 900,00 à R$ 2.600 reais, existem algumas creches dessas, não é uma coisa ainda difundida pelo país.

As grandes cidades já dispõem  de opções para as famílias e seus idosos. Mas lembre-se de tomar alguns cuidados. Conhecer o local e suas dependências, observar se as salas são arejadas, limpas e adequadas para receber a terceira idade. Se os ambientes contam com estrutura e adaptações corretas para facilitar a vida dos idosos. Se há espaço externo para lazer, banhos de sol e para o convívio e harmonia de todos. Também é de extrema importância conhecer quais atividades físicas e mentais são oferecidas pela creche como pintura, música, artesanato, oficinas, horta, entre outras.

Outro ponto importante é a alimentação oferecida. É de suma importância checar se a alimentação é balanceada e se o cardápio é elaborado por nutricionista. Quantas refeições são oferecidas no decorrer do dia, e claro muita água deve estar a disposição dos idosos.

Em algumas creches há serviços de fisioterapia, psicologia e enfermagem especializada, caso seu idoso precise de cuidados diferenciados, consulte antes de contratar.

Mais uma dica, e não menos importante é saber se o local dispõe de local para descanso, com camas ou poltronas limpas e higienizadas. As creches normalmente oferecem opções de planos para atender melhor as necessidades de casa idoso, e suas limitações.

fonte: crecheidosos.com.br

 

Vacina de febre amarela deve ser aplicada em idosos de forma criteriosa

Doctor injecting vaccine to senior woman

Desde que a epidemia de febre amarela começou no início do ano, há preocupação com relação aos idosos e muitas dúvidas surgiram nas redes sociais. A vacina febre amarela de Bio-Manguinhos é de vírus vivos, obtida por atenuação da subcepa 17DD do vírus da doença, cultivado em ovos de galinha embrionados livres de germes patogênicos.

Sendo uma vacina viva, alguns grupos etários precisam tomar precauções específicas, como as pessoas com 60 anos ou mais. Outro grupo etário é formado por crianças abaixo de seis meses. Neste caso, a imunização é contraindicada.

Para esclarecer as dúvidas, o pediatra e consultor científico sênior de Bio-Manguinhos, Reinaldo de Menezes Martins, explica em detalhes como os idosos devem proceder.

“Geralmente pessoas nessa idade possuem imunidade mais baixa e, por isso, deve-se levar em conta o risco de contrair a doença versus o benefício e risco da imunização”.

Uma das variáveis que influenciam nessa decisão é onde o idoso vive e como é seu estilo de vida. “Se o idoso não sair muito de casa e morar em área sem ocorrência de febre amarela em macacos ou casos humanos, é melhor não se vacinar. Ele pode tomar precauções como utilizar roupas compridas, usar repelentes, colocar telas nas janelas e evitar áreas com mata. No entanto, se o idoso mora em área com circulação do vírus e é um trabalhador rural, indo muito a matas e beira de rios, é necessário optar por imunizar esse indivíduo”, detalhou o especialista.

Um dos eventos adversos da vacinação para a febre amarela é a doença viscerotrópica aguda (DVA), que ocorre até o décimo dia após a vacinação, semelhante à própria febre amarela. Estima-se um caso de DVA para cada 400 mil doses da vacina.

Deve-se suspeitar da doença quando houver febre, hipotensão/choque e icterícia/hemorragia, além de exames laboratoriais compatíveis. A frequência de eventos neurológicos após a vacinação (meningoencefalite, síndrome de Guillain-Barré e doença autoimune com envolvimento de sistema nervoso central ou periférico) também é rara. Estima-se a sua frequência em um caso para cem mil doses. Em geral, a meningoencefalite é benigna.

“O risco de uma pessoa acima de 60 anos adquirir doença viscerotrópica ou neurotrópica após a vacinação é maior do que nos adultos mais jovens. E, nos acima de 70 anos, o risco é ainda mais elevado. Por isso, o ideal é que o idoso que se vacinar contra febre amarela seja acompanhado nos primeiros 30 dias após a imunização, instruiu Martins.

De acordo com o Informe de Febre Amarela no Brasil nº 33/2017, divulgado pelo Ministério da Saúde, em 23 de março, de 1º de dezembro de 2016 até 23 de março de 2017 foram confirmados 492 casos de febre amarela selvagem. Destes, 62 ocorreram em pessoas acima de 61 anos (50 homens e 12 mulheres), o equivalente a 12,6%.

Se cuide !

Fonte: Gabriella Ponte (Bio-Manguinhos/Fiocruz)

Quando começa a velhice ?

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Do ponto de vista biológico, o envelhecimento é descrito como um estágio de degeneração do organismo que se inicia após o período reprodutivo.

Envelhecimento esse, caracterizado pelos seguintes sinais: aparecimento de rugas e progressiva perda da elasticidade e viço da pele, diminuição da força muscular, da agilidade e da mobilidade das articulações, aparição de cabelos brancos e, eventualmente perda definitiva dos cabelos (sexo masculino), redução da acuidade sensorial (principalmente auditiva e visual), declínio da produção de certos hormônios, o que afeta a capacidade auto-regenerativa dos tecidos, distúrbios nos sistemas respiratório e circulatório (arteriosclerose, problemas vasculares e cardíacos), urogenital, etc.

Não há comprovação de que o avanço da idade determine a deterioração da inteligência que parece estar associada à educação e padrão de vida.

Algumas pesquisas têm mostrado que o processo de perda de memória provocado pelo avanço da idade, pelo menos em parte, deve-se ao fato de o cérebro se adaptar à nova condição de vida iniciada na “terceira idade”. As células relacionadas às atividades menos utilizadas seriam desativadas para concentrar esforços em áreas mais necessárias ao novo modo de vida.

O esquecimento é normal em qualquer idade. Em idades mais avançadas há, porém, um agravante que é o acúmulo de perdas de células nervosas. Durante toda a vida, nosso cérebro se desfaz diariamente de 50 a 100 mil neurônios em decorrência de lesões nas células, como pancadas na cabeça, por exemplo, e pela ação dos radicais livres(*). Como as células nervosas não se reproduzem, o número de neurônios tende a diminuir cada vez mais.

Com menos células disponíveis, o cérebro tem de fazer escolhas entre as atividades que deverão ser continuadas ou desativadas, o que vai ser determinado pelo tipo de vida que a pessoa leva.

Uma mente sã na velhice depende de hábitos saudáveis desde a juventude. O processo de envelhecimento começa antes da Terceira Idade. Se temos mais de 25 anos, já estamos perdendo a cada década de nossas vidas 2%, de células cerebrais. Além da alimentação rica em vitaminas C e E, licopeno (encontrado no tomate e na melancia), a melatonina, hormônio produzido durante o sono noturno, é um poderoso inimigo contra os radicais livres. Por isso, “uma boa noite de sono é um santo remédio para se prolongar a juventude biológica”.

Fonte: http://www.planosdesaudesenior.com.br/blog

As 10 principais doenças da terceira idade

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Três em cada quatro idosos possuem ao menos uma doença crônica no Brasil.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que três em cada quatro idosos no Brasil sofrem atualmente com ao menos uma doença considerada crônica, como diabetes, hipertensão e perda de audição, por exemplo.

Em um cenário em que a taxa de natalidade vem caindo, enquanto a expectativa de vida está crescendo, tanto a cidade quanto a sociedade precisam cada vez mais se preparar para poderem acolher e proporcionar uma melhor qualidade de vida àqueles que têm mais de 60 anos.

“Tão importante quanto identificar as doenças e medicá-las [doenças crônicas], é entender o quadro geral do idoso enfermo, de forma que o tratamento de uma enfermidade não impacte negativamente na outra”, explica o médico geriatra Alexandre Leopold Busse.

Para isso, usam-se hoje cada vez mais equipes multidisciplinares, que irão tratar essas pessoas utilizando outros métodos que não apenas os remédios, como terapia, acompanhamento com nutricionista e fisioterapeutas.

Segundo o especialista, as doenças que trazem maior mortalidade entre os idosos são as doenças cardiovasculares, que são o agrupamento da doença arterial coronariana e cerebrovascular (AVE). Já a doença crônica mais prevalente é a hipertensão arterial.

Busse indicou as dez principais doenças que mais atingem os idosos. Confira:

Doenças cardiovasculares – São as enfermidades que representam maior taxa de mortalidade entre os idosos. O grupo abrange as doenças arteriais coronarianas (DOC), que comprometem principalmente a região do coração, como infarto e angina do peito. Um dos fatores é o envelhecimento do próprio corpo, ocasionando um endurecimento das artérias, que pode levar a aumento da pressão. Sedentarismo, obesidade e tabagismo são alguns dos fatores que favorecem o aparecimento ou agravamento do problema; e o acidente vascular encefálico (AVE), antigamente conhecido como AVC, ou ainda como derrame, um problema ocasionado pela falta súbita de sangue no cérebro. As consequências dependerão de qual área cerebral foi afetada, podendo ocasionar problemas na locomoção, fala e movimentos.

Diabetes mellitus – Com o envelhecimento e mudanças no organismo, como aumento de gordura e perda de massa muscular, o corpo passa a não responder e processar tão bem a insulina e isso favorece o aparecimento da diabetes tipo 2. Isso pode provocar um efeito cascata, com consequência para os rins, coração e visão.

Catarata – Afeta uma parte do olho e atua sobre uma lente chamada cristalino, que com o passar dos anos vai ficando menos transparente, dando um aspecto opaco ao olho. Tratável, o acompanhamento permite identificá-la ainda em seu estágio inicial, facilitando o tratamento. Como a visão fica prejudicada, pode facilitar outro grande problema para idosos, o risco de quedas, que podem ocasionar fraturas.

Enfisema pulmonar – É uma doença que afeta o pulmão, também conhecida como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), decorrente principalmente do tabagismo ou da exposição excessiva à fumaça. O que agrava o quadro do paciente, com o avanço da idade, é que a fisiologia do órgão vai mudando, favorecendo o acumulo de secreções e ficando mais enrijecido.

Doença de Alzheimer – Não é um mal específico da velhice e não é normal o idoso apresentar sintomas relacionados às demências. Quando acontece, é um sintoma de uma doença clínica, podendo tanto ser o indicativo de doença de Alzheimer como também de depressão e requer uma investigação médica para identificar o real problema.

Perda de audição – É um processo normal da fisiologia do sistema de audição. Gradativamente vai perdendo-se, primeiramente, a capacidade de escutar sons agudos (mais fortes). Um fator que agrava a perda é o preconceito que ainda existe de usar o aparelho auditivo, impedindo o controle do problema e tornando ainda mais difícil a adaptação ao dispositivo.

Hipertensão arterial – Popularmente conhecida como pressão alta, segundo dados do Ministério da Saúde, afeta 35% da população brasileira e é responsável por 80% dos casos de derrame cerebral e 60% dos ataques cardíacos no país. É também a doença mais prevalente entre os idosos. Caso não seja feito controle, pode levar a várias complicações para a saúde, como insuficiência cardíaca, doenças coronárias ou mesmo um AVE (acidente vascular encefálico). Como não apresenta sintomas significativos, medir a pressão arterial com frequência auxilia na identificação e controle da enfermidade.

Depressão – Bastante recorrente em idosos, os sintomas nem sempre são fáceis de identificar em pacientes mais velhos, pois não se manifesta com os sintomas clássicos da doença, por isso que o médico e a família precisam estar atentos às queixas. Por exemplo, a queixa não precisa ser tristeza, mas sim a falta de prazer em fazer as coisas e dores atribuídas a queixas específicas.

Osteoporose – Atinge mais as mulheres, uma vez que está relacionada à diminuição da massa óssea, que já é menor no sexo feminino e tem uma diminuição significativa pós-menopausa. Isso torna os ossos mais fracos e a pessoa fica mais suscetível a fraturas, um grande problema para os idosos.

Osteoartrose – É uma doença das articulações, que causa deformidades e dores crônicas, em várias partes do corpo ou em região específica, podendo levar à diminuição das funções, como movimento das mãos e pés.

Busse destaca que todas as doenças têm tratamento ou controle, essencial para enfermidades que não têm cura e que evitam complicações do quadro geral do paciente.

“Quanto antes é feito o diagnóstico, mais efetivo é o tratamento. Com o avanço das doenças, pode-se optar por medidas paliativas, com o objetivo de conferir uma melhor qualidade de vida aos idosos, respeitando suas limitações e proporcionando maior conforto, à medida que a enfermidade avança”, explica o geriatra.

Segundo ele, “olhar especializado do geriatra contribui muito para um diagnóstico e tratamento mais assertivo”.

Prof. Dr. Max Grinberg
Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP

Fonte:
https://coracaoevida.com.br

Cuidados redobrados com idosos no verão

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Com a chegada da idade o organismo passa por algumas alterações, como a redução da percepção do calor, a redução da sensação de sede e a redução da capacidade de termólise (eliminação do calor do organismo).

Assim, os idosos têm maior dificuldade em adaptar-se aos dias mais quentes e temperaturas elevadas. Além de não conseguirem perceber os sinais que o corpo envia, avisando que algo está errado. Então, os cuidados com idosos no verão devem envolver medidas que possam favorecer a hidratação do organismo e reduzir o calor corporal.

1 – Água: Ofereça água ao idoso não em grandes quantidades, mas diversas vezes ao dia, para que o corpo mantenha-se hidratado. O ideal é no mínimo 2 litros por dia.

2 – Alimentação: O ideal é alimentar o idoso de 3 em 3 horas com alimentos frescos e leves. Deve-se evitar refeições quentes e de difícil digestão, dando preferência para legumes, verduras e frutas. Os sucos naturais e sorvetes também podem ser explorados. Evite a cafeína e o álcool, pois desidratam o organismo. Uma alimentação balanceada garantirá os nutrientes para manter o corpo saudável no verão.

3 – Roupas: As roupas e tecidos utilizados no verão devem ser leves e frescos, preferencialmente de algodão e em cores claras. Evite peças apertadas e desconfortáveis. A roupa de cama também pode ser substituída por uma com menor quantidade de fios na trama, mais fresca para essa época do ano.

4 – Exposição solar: Evite a exposição solar em horários de picos (10 e 16 horas). Prefira buscar abrigo num locar fresco, arejado e coberto, ou que possua ar condicionado.

5 – Acessórios: Os óculos de sol e bonés, ou chapéus, ajudam a proteger o corpo contra o calor. Não dispense esses acessórios quando o idoso estiver em locais de exposição ao sol.

6 – Filtro solar: Os cuidados com idosos no verão não dispensam o uso de filtro solar, que deve possuir um fator alto para proteger eficazmente a pele sensível do idoso.

7 – Ar condicionado: Adote o ar condicionado para os ambientes utilizados pelo idoso, caso sejam quentes e abafados.

8 – Umidificador de ar: Nos dias de baixa umidade relativa do ar, faça uso do umidificador também, para equilibrar a atmosfera do ambiente e deixar o espaço mais fresco.

9 – Banho: O banho do idoso no verão deve ser mais fresco para não ferir sua pele e para manter a temperatura corporal ideal (36° C).

10 – Exercícios: Idosos que se exercitam devem evitar os horários mais quentes do dia e dar preferência para atividades refrescantes, como a hidroginástica, um exercício que traz muitos benefícios para eles.

Com esses cuidados com os idosos no verão você garante mais qualidade de vida para eles nessa época do ano e reduz os riscos de complicações. Compartilhe essas informações com seus amigos pelas redes sociais, assim, mais pessoas poderão garantir conforto e saúde para os idosos nos dias de calor.

 

Maria Alice Toledo
Geriatra e vice-presidente da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia)

Fonte:
http://www.vidalarsaude.com.br