Verão na Terceira Idade

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O verão está chegando e é importante ter um cuidado especial com os idosos nessa época do ano. Buscamos algumas dicas de médicos geriatras para você! Confira:

Hidratação

A partir dos 60 anos, por estar com as papilas gustativas um pouco mais ‘gastas’ e menos sensíveis, idosos tem uma grande rejeição a beber água. É fundamental que bebam líquidos – em média seis copos por dia de água, água de coco ou sucos. Isso evita queda de pressão e perda da hidratação da pele, que já é ressecada por si só.

Exposição ao sol

Ter cuidados com o sol também é fundamental para evitar a desidratação. De acordo com a geriatra, a geração da terceira idade de hoje em dia foi um pouco mais descuidada na juventude em relação a isso e hoje existem muitos pacientes com lesões de pele como sinais, manchas e queimaduras. É importante utilizar protetor solar ou chapéus.

Alimentação

Evitar comer alimentos pesados e que sejam muito diferentes do que o idoso está habituado a comer também é um ponto importante. A médica diz que a orientção é que sejam evitadas refeições muito calóricas ou salgadas e que sejam ingeridos alimentos leves como frutas com bastante água, como abacaxi, melancia; verduras e muitos líquidos.

Diarreias

Diarreias costumam ser muito comuns no verão. Se for adquirido um quadro de diarreia viral ou em decorrência da ingestão de algum alimento, a família precisa ficar atenta à hidratação. Existem alguns medicamentos que melhoram a flora intestinal e reidratam, mas sempre que houver, ingerir mais líquidos que o habitual.

Complicações

Em casos mais graves de desidratação, é preciso procurar o mais rápido possível um médico. Não é regra. Pode ser identificado se o paciente aparentar estar confuso, sonolento, cansado, prostrado, pele mais enrugada e boca mais seca.

Fonte: O Cuidado Virtual

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Dormir – Qual é a melhor posição?

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Nos Estados Unidos, mais de 40% das pessoas dormem menos horas do que os especialistas recomendam e, como consequência, sofrem sonolência, hipertensão arterial, fadiga, risco de depressão, aumento de peso e várias condições crônicas.

E mesmo quando você dorme as horas recomendadas pelos especialistas -que são de 7 a 8 horas-, sua saúde pode ser afetada inesperadamente e devido à posição de sono preferida, o que pode causar dor nas costas, problemas no estômago, dor no pescoço ou rugas prematuras.

Muitas empresas se dedicaram a criar colchões para que os humanos possam dormir melhor. Existem milhares de colchões que garantem o mesmo, mas muitos na realidade não ajudam e sem mencionar o preço, pois eles tendem a ser muito altos. No entanto, há uma solução incrível com a qual você não terá que gastar absolutamente nada.

Embora muitos digam que é importante dormir mais de 7 horas para o benefício da nossa saúde, a verdade é que a posição em que dormimos é ainda mais importante.

De acordo com alguns especialistas, o mais recomendável é dormir do lado esquerdo.

Dr. John Douillard, especialista em sono, enfatiza que descansar ou dormir do lado esquerdo permite obter benefícios pra a sua saúde e longevidade.

Outros especialistas dizem que a posição de dormir é importante para a digestão saudável, e que, para as pessoas com asma, por exemplo, não é recomendado dormir de cabeça para baixo.

Benefícios de dormir ou descansar do lado esquerdo:

Saúde do coração

De acordo com o Dr. John Douillard, dormir do lado esquerdo pode ajudar a melhorar a saúde do coração, isso é lógico já que a gravidade pode ajudar com a drenagem linfática ao coração, evitando grande parte da carga do seu trabalho enquanto se dorme.

Alívio da acidez estomacal

As pessoas que sofrem de azia depois de consumir alimentos muito pesados, poderiam se beneficiar de dormir do lado esquerdo, pois isso pode aliviar a azia enquanto dormir do lado direito pode agravar o problema.

Impede o ronco

Dormir do lado pode ajudar as pessoas que têm problemas com a apneia obstrutiva do sono, propensas a roncar em geral. Então, quando você começa a dormir do lado esquerdo, você pode dizer adeus a esses roncos irritantes.

Ajuda o sistema linfático

É importante dormir no lado esquerdo, pois se considera que esse é o lado linfático, ao dormir nesta posição, este sistema é estimulado para que o corpo possa filtrar melhor o fluido linfático, as toxinas e os resíduos.

Texto: mejorconsalud / miscuriosidades

O consumo de café na Terceira Idade

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Nos mais jovens os efeitos do café estão ligados somente a uma maior disposição. Já em pessoas com mais de 60 anos, a influência deste composto também reflete no apetite e na potência sexual. Homens e mulheres que consomem ao menos uma xícara por dia têm vida sexual mais ativa em relação àqueles que não o fazem.

Promoção do bem-estar com o consumo de café:
A cafeína também estimula a produção de serotonina, o hormônio do bem-estar e que regula nosso humor. E esta substância está diretamente ligada ao interesse sexual, uma vez que diminuem os riscos de surgimento da depressão, que ocorre com maior incidência nas mulheres e em pessoas com mais de 60 anos.

O Café e o câncer de próstata:
E um outro estudo, desta vez da Universidade de Harvard, comprovou que homens que tomam café regularmente têm 60% menos riscos de desenvolver câncer de próstata do que os demais. Isso ocorre porque a bebida contribui para a produção de insulina e de hormônios sexuais, relacionados aos tumores e evitando sua incidência.

O café é uma excelente arma sexual!
Uma vez que aumenta a disposição, influencia de forma positiva no interesse das mulheres pelo sexo e contribui para uma maior potência e apetite carnal em pessoas de mais idade. Sem contar que esta bebida é uma ótima aliada do bem-estar, impedindo quadros de depressão e doenças como o câncer de próstata em seus consumidores.

Mas como tudo nesta vida, nada de exageros! Tomar café em excesso pode ter efeito contrário ao desejado e causar uma série de problemas ao nosso organismo. Portanto, beba seu cafezinho de forma descontraída e moderada, como algo prazeroso de seu dia a dia, mas sem ultrapassar o limite recomendado.

O Café e o aumento na expectativa de vida:
Uma pesquisa do Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, revelou que beber de 3 a 4 xícaras de café por dia pode prolongar a expectativa de vida em 10% para homens e 13% para mulheres. O resultado deve-se à alta concentração de antioxidantes na bebida, substâncias que retardam o envelhecimento das células, protegem de mutações celulares e auxiliam no combate a radicais livres.O café é uma bebida excelente para nosso organismo e é daqueles alimentos que aquecem o corpo e a alma, mas lembre-se: como tudo na vida, deve ser consumido com moderação.

A terceira idade no mundo digital

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Já vai longe o tempo em que a boa idade era tempo de inércia… Sabemos que o século XX presenciou um intenso desenvolvimento tecnológico. Com isso, o mundo, nos últimos anos, tem vivenciado inúmeros avanços e progressos tecnológicos.

Tais avanços têm se refletido em diversos âmbitos sociais, ocasionado, assim, a reconfiguração das relações sociais a das práticas cotidianas. Em função disso, o acesso ao mundo digital vem, continuamente, sendo algo presente nas práticas das relações sociais em diversas faixas etárias [público de diversas idades].

É nesse contexto que o uso do computador e, consequentemente, o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação – TICs tem crescido intensamente, sobretudo, no que tange ao público da terceira idade.

Durante muito tempo, a terceira idade, ou como muitos chamam, a velhice era sinônimo de inércia [falta de atividade/ movimento], de descanso [repouso], de ostracismo e de afastamento de diversos tipos de atividades. Diante disso, as pessoas pertencentes a essa faixa etária não praticavam inúmeros tipos de atividades, tais como: lúdicas, esportivas, etc. O que alçava esses sujeitos a um papel passivo nas práticas sociais do dia-a-dia.  Contudo, nos últimos anos, a sociedade tem passado por diversas modificações/ no âmbito das relações sociais, o que tem acarretado reconfigurações nos papeis sociais.

É nesse cenário, que a terceira idade passa a ser concebida como uma faixa etária comum e que pode desempenhar/ exercer seu/ sua papel/ função social.

É nesse cenário, também, que muitos idosos têm se dedicado a diversos tipos de atividades, tais como: esportes, atividades de lazer, cursos e, até mesmo, ao campo profissional. Em outras palavras, muitas pessoas dessa faixa etária se inserem novamente no mercado de trabalho, ainda que já sejam aposentadas.

No entanto, um aspecto que se destaca nas novas práticas corriqueiras do dia-a-dia desse público diz respeito ao acesso à informática e, por conseguinte, ao universo digital. Dentro dessa perspectiva, o acesso à internet, às redes sociais, a recursos de entretenimento, o uso de e-mails [correio eletrônico], compras virtuais, cursos na modalidade EaD, pagamentos de contas e outros recursos oriundos do âmbito digital têm feito parte da rotina cotidiana da terceira idade.

Essa utilização das TICs tem gerado inúmeros benefícios e facilidades para as mais diversas faixas etárias e, acima de tudo, para a terceira idade. O que reforça a perspectiva do computador como algo necessário.

Entretanto, o acesso ao mundo digital não se restringe aos benefícios da vida cotidiana, mas também abrange benefícios cognitivos. Isto é, o fato de levar o idoso a utilizar a mente e o intelecto, produzindo, assim, o conhecimento [dando sentido e elaborando significados a partir das informações recebidas]. Não se pode negar que, para uma grande parte de pessoas pertencentes a esse público, a utilização desses artefatos da informática ainda é um desafio. Dito de outra forma, o medo/ receio do novo e de algo contemporâneo é algo compartilhado por diversas pessoas da terceira idade. Além disso, muitos são refratários à informática.

Contudo, a nova perspectiva do acesso ao universo digital por parte da terceira idade alça esse público à condição de um sujeito ativo nas práticas cotidianas das relações sociais, o que transcende a perspectiva do ostracismo.

Silvio Profirio da Silva
Aluno do Curso de Letras da Universidade Federal Rural de Pernambuco – UFRPE.
Fonte: jconline.ne10.uol.com.br

Uma Terceira Idade Cheia De Estilo

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Como dizia Coco Chanel “A moda passa, o estilo fica”.

A essência da terceira idade é a sabedoria de vida, a experiência e a vantagem de ter passado por várias tendências de moda e estilo.

Muitos já observaram que a moda vai e vêm, se repete, se renova são releituras sendo feitas em cima de referências que já foram produzidas há séculos.

Com certeza muitas de vocês tem ou já tiveram no armário peças que foram e saíram de moda. O legal é que algumas dessas peças nunca saem de moda. Usá-las de forma diferente é o segredo de ter um estilo exclusivo.

O estilo é uma forma de representar o que você é. Quando nos descobrimos interiormente conseguimos transparecer na roupa em que usamos nossa identidade.

Aqui vão algumas dicas de looks que podem ser encontrados em qualquer guarda-roupa e usados de uma forma criativa, elegante e despojada.

Inspirem-se!

Saia Reta: Uma peça elegante e versátil. Escolha as que tenham um ótimo caimento. Uma das exigências na escolha de roupas para Terceira Idade é o conforto. Nesta composição você pode colocar o acessório que tenha a ver com o seu gosto pessoal.

O bom e velho vestidinho tubinho: Esta peça é super coringa. Toda senhora deve ter um no seu armário. Ele vai desde o clássico até o despojado. Coloque todo o seu charme e estilo. Escolha modelos que tenham em sua composição elastano eles trazem conforto.

Calças jeans e calças de alfaiataria.  As calças jeans são super versáteis e combinam com tudo. Escolha as que tenham na sua composição elastano e que fiquem confortáveis. Já as de alfaiataria, são clássicas e elegantes, com uma no armário você estará pronta para um evento que seja mais requintado.

A partir dessas peças você pode criar e recriar novas composições agregando acessórios.

Escolha sempre peças que a valorizem e que a definem. Lembrem-se sempre que a terceira idade tem em suas mãos a chave da sabedoria. Sendo assim, saiba que estar na moda é uma questão de estilo.

Consultora de Moda e Estilo Isabel Lameira Tadeu

Fonte: aterceiraidade.net

 

Ouvir e não entender: pode ser o início de perdas auditivas

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Para a maioria dos indivíduos com perda de audição, duas coisas estão acontecendo. Muitas vezes ao mesmo tempo.

Problema número um é o fato de ser incomum perder a capacidade de ouvir igualmente em todas as frequências e na mesma intensidade.

Na fala, os sons das vogais (A, E, I, O e U) são de frequências baixas. Geralmente, estas frequências ficam preservadas quando a perda é inicial. Normalmente, as perdas acontecem inicialmente nas frequências mais altas primeiro. As frequências mais altas são aquelas em que encontramos  muitos dos sons presentes nas consoantes.: S, F,X, V, K, P entre outras.

Ser capaz de ouvir sons de vogais é útil e irá alertá-lo de que o discurso está presente. Mas são os sons de  consoantes dão significado de fala, e ajudam você a distinguir uma palavra e ser capaz de ouvir diferenças sutis como por exemplo: “gato” , “pato”, “mato” e “bato “.

É por isso que tantas pessoas com perdas auditivas de alta freqüência provocadas pelo envelhecimento natural (presbiacusia) ou exposição excessiva ao ruído têm dificuldade em entender, mesmo quando sabem que o som está presente.

O problema número dois é a relação sinal/ruído. Em ambientes ruidosos e com conversas competitivas, a dificuldade de inteligibilidade de fala aumenta. O que prejudica ainda mais a compreensão do que se é dito.

Muitas vezes, a melhor solução para a perda auditiva de alta freqüência é o uso adequado de aparelhos auditivos. Eles podem amplificar as altas frequências que você perdeu sem amplificar os sons baixos. Além de terem hoje alta tecnologia para favorecer a audição modificando a relação sinal/ruído e adaptando a condição de escuta em diferentes tipos de ambiente.

Se você está sentindo algumas destas dificuldades que exemplificamos, procure um otorrinolaringologista e um fonoaudiólogo. Estes profissionais podem informar sobre as opções existem para o seu caso.

Fonte: Portal do Idoso

Caminhadas regulares, mesmo curtas, estão ligadas a menor risco de mortalidade

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Caminhar regularmente, mesmo que seja menos do que o mínimo recomendado para o condicionamento físico, está associado a menor mortalidade por qualquer causa em comparação ao sedentarismo, de acordo com novos dados de um grande estudo de coorte norte-americano de prevenção do câncer entre os idosos.

“Muita gente se sente desmotivada para iniciar uma rotina de exercícios, acreditando que teria de começar a correr ou fazer grandes esforços”, disse a primeira autora Alpa Patel, PhD, pesquisadora da American Cancer Society. “A simples caminhada fora de casa traz enormes benefícios à saúde”.

Andar a pé é “simples, gratuito, e não exige nenhum treinamento”, sendo “a atividade ideal para a maioria dos norte-americanos, especialmente à medida que envelhecem”, observam Alpa e coautores.

Seu novo estudo foi publicado on-line em 19 de outubro no periódico American Journal of Preventive Medicine.

Várias diretrizes norte-americanas determinam que os adultos devem fazer mais de 150 minutos de exercícios de intensidade moderada ou 75 minutos de exercícios de forte intensidade por semana para ter uma “saúde ideal”. Isto é considerado o mínimo necessário.

Porém, este novo estudo mostrou que 120 minutos ou menos de caminhadas de intensidade moderada por semana também aumentam a longevidade.

Em outras palavras, você pode ficar aquém da meta mínima necessária de exercícios para os adultos e ainda assim se beneficiar.

Não se trata de fazer uma “caminhada rápida”, nem de “flanar pelo supermercado”, enfatizou Alpa. O estudo avaliou a caminhada “a passo médio”.

Nesse ritmo, você pode “acabar aumentando um pouco a sua frequência respiratória, permitindo que você caminhe cerca de 1,5 km em 20 minutos”, disse a pesquisadora.

“Caminhar nesse ritmo é considerado uma atividade de intensidade moderada, e isso é o que muita gente não percebe,” observou Alpa.

Um pouco é melhor do que nada

Andar a pé é o tipo mais comum de atividade física realizada pelos norte-americanos, o que tem sido relacionado com menor risco de doença cardíaca, diabetes, câncer de mama e câncer de cólon. Mas o novo estudo é o primeiro a examinar apenas a caminhada (separada das outras atividades) em relação à mortalidade entre homens e mulheres mais velhos.

Para tal, Alpa e colaboradores revisaram dados de mais de 62.000 homens e 77.000 mulheres recrutadas na Cancer Prevention Study II Nutrition Cohort, que entrevistou reiteradamente os participantes por meio de questionários enviados pelo correio. O desfecho primário do estudo foi a morte por qualquer causa entre 1999 e 2013.

A média de idade dos participantes em 1999 foi de 71 anos para os homens e 69 anos para as mulheres. 

No início estudo, em 1999, 5,8% dos homens e 6,6% das mulheres informaram não fazer nenhuma atividade física de moderada a vigorosa. Estes participantes “sedentários” tiveram 26% maior probabilidade de morrer prematuramente em comparação aos participantes do estudo que faziam “alguma” atividade, porém menos do que a recomendação mínima supracitada (hazard rate ratio = 1,26).

Contrariamente, a maior frequência de caminhadas foi associada a menor mortalidade por todas as causas (hazard rate ratio = 0,80).

“Você constata um risco 20% menor de mortalidade”, disse Alpa sobre a comparação entre os participantes do estudo que alcançaram ou ultrapassaram a meta mínima recomendada, e aqueles que caminharam pouco (menos do que o mínimo).

As análises multivariadas foram ajustadas para outros fatores de risco como tabagismo, obesidade e doenças crônicas.

“Claramente, quanto mais você caminhar, melhor. Mas qualquer caminhada é melhor do //que não caminhar. O pior é ser completamente sedentário”, disse Alpa resumindo os resultados em uma entrevista ao Medscape.

O novo estudo traz “uma descoberta interessante, mas talvez não surpreendente”, disse Roger Fielding, PhD, professor de nutrição e medicina da Friedman School of Nutrition Science and Policy, da Tufts University School of Medicine, em Boston, Massachusetts.

“O cerne da questão é que qualquer atividade física, neste caso, menos de duas horas por semana de caminhada, confere benefícios substanciais e clinicamente significativos em termos de mortalidade”, disse Fielding por e-mail ao Medscape. 

Este benefício é acentuado nas pessoas que atingem ou ultrapassam as metas recomendadas pelas diretrizes para a atividade física, resumiu o pesquisador, reforçando o que disse Alpa.

Há também uma relação proporcional entre a dose e a resposta em termos da frequência da atividade física feita durante mais de dois anos, inclusive a caminhada, na redução da mobilidade e do risco de degeneração funcional, acrescentou Fielding, citando o próprio estudo randomizado LIFE, publicado recentemente.

Alpa também apresenta os novos resultados em números absolutos, embora advertindo que estes números não estão controlados por fatores de confusão. 

A incidência geral de mortalidade padronizada pela idade para os participantes s/edentários é de 4.293 por 100.000. Esta mesma incidência é de 2.851 entre aqueles que andam menos do que o mínimo recomendado. Isto representa 1.442 mortes a menos por 100.000 pessoas do que para os participantes inativos. 

A incidência cai ainda mais entre aqueles que alcançaram e ultrapassaram as metas recomendadas de atividade física: foi de apenas 2.088 por 100.000 participantes entre os que caminhavam uma ou duas vezes mais do que o recomendado. “Considero estas reduções de risco importantes”, concluiu Alpa. 

A pesquisadora também disse ao Medscape que faz caminhadas diárias ao longo dos 300 metros de calçada na sede da American Cancer Society, em Atlanta, durante a sua jornada de trabalho, e nas imediações do Centennial Olympic Park

Seus colegas de trabalho fazem o mesmo. “Atualmente, muita gente faz reuniões caminhando, em vez de ficar sentada no escritório”, disse a pesquisadora. 

 ///Am J Med Ant. Publicado on-line em 19 de outubro de 2017.

Fonte: https://portugues.medscape.com