Por uma terceira idade ativa

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“Envelhecer bem” tornou-se assunto pessoal de teor médico-psicológico, cujo fundamento é a aceitação de um inexorável declínio. “Aprenda a envelhecer bem”, diz, por exemplo, o título da revista Psychologies, que traz ainda seis dicas de como chegar na terceira idade “em forma”:

1) Cuide do corpo (coma melhor, não fume, faça um pouco de exercício);

2) Mantenha a boa aparência (com ótimas tecnologias anti-idade, de massagem a medicina estética);

3) Leia diversos livros (a leitura ajuda a manter a mente em funcionamento além do prazer que as histórias proporcionam);

4) Atravesse a menopausa sem crises (entenda o que é e como contorná-la de forma prazerosa);

5) Reúna os amigos (“nunca é tarde para manter as verdadeiras amizades com com isso manter uma vida social saudável)

6) Inspire-se em pessoas mais velhas (mantenha uma rede de relações incentivadoras para os que estão chegando nessa fase, seu exemplo possa ser de grande inspiração para os outros)

Fonte: revista Psychologies

 

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Terceira Idade cheia de estilo

Como dizia Coco Chanel “A moda passa, o estilo fica”.

A essência da terceira idade é a sabedoria de vida, a experiência e a vantagem de ter passado por várias tendências de moda e estilo.

Muitos já observaram que a moda vai e vêm, se repete, se renova são releituras sendo feitas em cima de referências que já foram produzidas há séculos.

Com certeza muitas de vocês tem ou já tiveram no armário peças que foram e saíram de moda. O legal é que algumas dessas peças nunca saem de moda. Usá-las de forma diferente é o segredo de ter um estilo exclusivo.

O estilo é uma forma de representar o que você é. Quando nos descobrimos interiormente conseguimos transparecer na roupa em que usamos nossa identidade.

Aqui vão algumas dicas de looks que podem ser encontrados em qualquer guarda-roupa e usados de uma forma criativa, elegante e despojada.

Inspirem-se!

Saia Reta: Uma peça elegante e versátil. Escolha as que tenham um ótimo caimento. Uma das exigências na escolha de roupas para Terceira Idade é o conforto. Nesta composição você pode colocar o acessório que tenha a ver com o seu gosto pessoal.

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O bom e velho vestidinho tubinho: Esta peça é super coringa. Toda senhora deve ter um no seu armário. Ele vai desde o clássico até o despojado. Coloque todo o seu charme e estilo. Escolha modelos que tenham em sua composição elastano eles trazem conforto.

Calças jeans e calças de alfaiataria.  As calças jeans são super versáteis e combinam com tudo. Escolha as que tenham na sua composição elastano e que fiquem confortáveis. Já as de alfaiataria, são clássicas e elegantes, com uma no armário você estará pronta para um evento que seja mais requintado.

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A partir dessas peças você pode criar e recriar novas composições agregando acessórios.

Escolha sempre peças que a valorizem e que a definem. Lembrem-se sempre que a terceira idade tem em suas mãos a chave da sabedoria. Sendo assim, saiba que estar na moda é uma questão de estilo.

Fonte: A Terceira Idade

Adaptar-se ao envelhecimento garante mais qualidade de vida na terceira idade

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Ter uma terceira idade feliz depende de vários fatores, mas principalmente da forma como o idoso se percebe nessa fase da vida e da sua capacidade de se adaptar as mudanças e transformações próprias do envelhecimento.

A capacidade de poder realizar as atividades cotidianas, desde as mais básicas como alimentar-se, tomar banho e andar, até as mais complexas como administrar as finanças e realizar atividades de lazer, são fundamentais para uma vida plena. Para isso o idoso precisa estar com suas plenas capacidades físicas, mentais e emocionais, a fim de poder cuidar da própria vida e dar sentido para a própria existência.

Para algumas pessoas há o medo da velhice, da solidão e o senso de sentir-se menos competente para realizar suas atividades cotidianas ou sua capacidade de tomar decisões e governar sua vida influencia na maneira como cada um enfrenta e vive o envelhecimento.

Idosos que não conseguem se adaptar a essas mudanças acabam se isolando socialmente diminuindo a interação com outras pessoas, o que pode levar a perda da satisfação com a própria vida, do prazer e da motivação, comprometendo suas capacidades físicas, intelectuais e emocionais.

A capacidade de poder realizar as atividades cotidianas, desde as mais básicas como alimentar-se, tomar banho e andar, até as mais complexas como administrar as finanças e realizar atividades de lazer, são fundamentais para uma vida plena. Para isso o idoso precisa estar com suas plenas capacidades físicas, mentais e emocionais, a fim de poder cuidar da própria vida e dar sentido para a própria existência.

Para algumas pessoas há o medo da velhice, da solidão e o senso de sentir-se menos competente para realizar suas atividades cotidianas ou sua capacidade de tomar decisões e governar sua vida influencia na maneira como cada um enfrenta e vive o envelhecimento.

Idosos que não conseguem se adaptar a essas mudanças acabam se isolando socialmente diminuindo a interação com outras pessoas, o que pode levar a perda da satisfação com a própria vida, do prazer e da motivação, comprometendo suas capacidades físicas, intelectuais e emocionais.

É necessário reavaliar as possibilidades, redefinir metas e alterar estratégias de enfrentamento do ambiente e dos próprios sentimentos para poder se adaptar as novas demandas dessa fase da vida e vive-la da melhor maneira possível, mesmo que acompanhada de doenças crônicas e limitações físicas.

Com o aumento geral da população idosa, torna-se importante garantir aos idosos não apenas maior longevidade, mas felicidade e satisfação com a vida. Pesquisas são realizadas no mundo todo com o objetivo descrever os fatores associados ao grau de satisfação com a vida entre a população de idosos.

Um estudo recente publicado, em janeiro de 2014, no Canadian Medical Association Journal pesquisou a relação entre o prazer com a vida e o declínio da função física em idades mais avançadas. Participaram 3199 homens e mulheres com idade acima de 60 anos.

Nesta pesquisa foi verificado que pessoas que tem mais satisfação com a vida, ou seja, que expressam sentimentos de felicidade e prazer vivem até 8 anos mais e em condições físicas melhores do que as pessoas que não estão satisfeitas com suas vidas.

Em 2012, um estudo realizado por pesquisadores da University College London (UCL), no Reino Unido, conclui que os idosos que gostam da vida tendem a viver mais e com uma condição física melhor do que os indivíduos infelizes. Os pesquisadores avaliaram até que ponto eles tinham dificuldade em realizar atividades diárias, como tomar banho ou se vestir, o estudo descobriu que as pessoas que tinham um baixo senso de bem-estar foram três vezes mais propensas a ter problemas em realizar atividades diárias.

Fonte: Minha Vida 

É POSSÍVEL ENVELHECER COM QUALIDADE?

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É possível envelhecer com qualidade de vida? Sim, é possível! E não precisamos nos esforçar muito para que isso aconteça. A qualidade de vida é um termo multidimensional, que é quantificado de forma subjetiva, cada um a qualifica de acordo com aquilo que acha mais relevante para o seu bem-estar.

Para que se obtenha qualidade de vida na terceira idade, é importante considerar diversos fatores: bem-estar físico e psicológico, nível de independência, relações sociais, ambiente de trabalho e lazer, religiosidade, entre outros. De modo geral envelhecer com qualidade significa estar satisfeito com a vida atual e ter expectativas positivas em relação ao futuro.

Em vista disso, uma boa qualidade de vida é possível também na vida madura, mas é válido lembrar que quem mantém um padrão de boa qualidade de vida durante o ciclo de vida tem uma probabilidade maior de perceber uma qualidade de vida melhor na terceira idade.

Estudos consideram ser comum uma queda na percepção de qualidade de vida após a aposentadoria, por conta da interrupção das atividades físicas, mentais e intelectuais. Desta forma, é necessário que exista uma organização para os anos da velhice, quando ainda se está em plena atividade, a fim de reduzir o impacto causado pela inatividade.

É fundamental mantermos um equilíbrio entre as potencialidades e as limitações, que são inevitáveis do processo de envelhecimento. É comum os idosos serem acometidos por doenças crônicas específicas da idade, porém a qualidade de vida pode ser mantida com criatividade e lazer, sem dispensar os cuidados com a saúde.

O que é sabedoria?

É importante lembrar que quem entra na terceira idade possui necessidades fundamentalmente iguais a de outros grupos etários, tais como: segurança física, financeira e emocional. O afeto, simpatia, amor e reconhecimento social são básicos para a percepção da autoestima. Desta forma, a necessidade de amor e afeto deve ser considerada como indicador de qualidade de vida.

O principal fator determinante de um alto nível de qualidade de vida parece ser um convívio social positivo, próximo e estável. O lazer associado a atividades físicas e mentais estão diretamente relacionadas ao favorecimento da qualidade de vida. Além disso, o engajamento em atividades intelectuais é apontado como fator de prevenção contra declínios cognitivos da idade.

Todos podem envelhecer com qualidade, a receita é simples: cultive seus amigos e familiares, faça atividade física regularmente, cuide da sua saúde, estimule sua memória e preze sempre por sua felicidade!

Texto por: Mariana Almeida – Gerontóloga pela UFSCar, Vice Diretora Financeira da Associação Brasileira de Gerontologia.

Algumas atitudes para ser mais feliz

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Encontrar a felicidade nas mais diversas áreas da vida é o objetivo de muitas pessoas, afinal, ela é o combustível que nos move no dia a dia. Entre as principais áreas estão a profissional, sentimental e, claro a familiar. Sabemos que não existe uma fórmula exata para encontrar a felicidade e que ela nem sempre está relacionada com a aquisição de bens materiais. Porém, algumas decisões  diárias nos ajudam a ser mais feliz.

1. Pense positivamente: pessoas positivas são mais racionais. Além disso, sempre veem um lado bom em algo ou alguém. Para sempre pensar positivamente, especialistas recomendam que, ao passar por uma situação turbulenta, feche os olhos e sorria. Assim, a vida fica mais leve.

2. Seja você mesmo: é importante nunca esconder quem você é ou o que você pensa, pois acaba provocando um desgaste emocional. Por consequência, esse desgaste  traz  sentimentos contrários à felicidade, como tristeza e angústia. O ideal é sempre expor os sentimentos quando necessários e evitar fazer comparações com outras pessoas que são mais espontâneas ou naturais.

3. Faça o bem: independente de ser para pessoas próximas ou desconhecidas, pequenos gestos de generosidade com alguém melhora não apenas o seu dia, mas o daquela pessoa, na qual você ajudou. Além disso, atitudes de bondade trazem felicidade, sentimento de conforto e motivação. Mostre sua generosidade também ao agradecer alguém por algo que ela te fez ou ao elogiar outra pessoa por algo que ela conquistou.

4. Fuja das preocupações: cada coisa no seu devido tempo. Sendo assim, evite ficar preocupado com algo que não acontecerá brevemente. Outra dica é não se sentir culpado por algo que não deu certo. Muitas vezes a preocupação em tentar conquistar um objetivo que anteriormente não foi alcançado pode causar estresse, irritação e desmotivação. Tire um tempo para refletir e descansar a mente.

5. Passe mais tempo com quem ama: seja com a família ou com os amigos, é sempre importante dedicar um pouco de tempo para aquelas pessoas que gostamos que estejam do nosso lado. Boas relações podem trazer mais alegria ao seu dia e ainda diminuem o estresse.

Fonte: aterceiraidadenanet.com

 

DICAS DE QUALIDADE DE VIDA NA TERCEIRA IDADE

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Se você já faz parte da Terceira Idade, confira as dicas de qualidade de vida que separamos. Se ainda não está na terceira idade, com certeza tem algum familiar por perto que está. Aproveite e dê essas dicas a ele.

Como manter a qualidade de vida na terceira idade:

1. Cérebro ativo

Manter o cérebro ativo é sempre importante. Exercite-o com jogos de cartas e palavras cruzadas, por exemplo.

2. Não fuja do sol

Procurando se expor nos melhores horários e usando protetor solar não há problema. A vitamina D é muito importante para os ossos e dentes.

3. Atividade física

Caminhar e praticar outras atividades físicas faz bem para o coração e para as pernas.

4. Cante!

Cantar ajuda a exercitarmos nossa respiração, além de combater o estresse.

5. Não esqueça dos líquidos

O ideal é beber de 6 a 8 copos por dia, preferencialmente de água ou sucos de frutas naturais coados.

6. Frutas e vegetais

É importante consumir frutas e vegetais todos os dias, eles são amigos da saúde e dão vitalidade.

7. Sem riscos

Certifique-se de que o lugar onde você mora está livre de riscos, como degraus, objetos soltos, tapetes escorregadios etc. Esses cuidados evitam quedas, machucados, escorregões e fraturas.

Pronto, agora é só curtir a melhor idade com muito mais qualidade de vida!

Fonte: Agemed

Uma casa mais segura para os Idosos

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A terceira-idade é marcada por uma série de mudanças no corpo e cérebro do indivíduo. Mesmo um idoso normal e ativo terá alguma diminuição dos reflexos, da visão, do equilíbrio ou da audição, ficando mais propenso a quedas. Podemos somar a isso o enfraquecimento dos ossos, que é comum na faixa etária, o que aumenta as chances de fratura.

É possível prevenir acidentes evitando a exposição do idoso a riscos, principalmente dentro de casa. Retirar móveis ou incluir itens de segurança são medidas capazes de evitar acidentes, fraturas e até mesmo salvar vidas. Confira algumas mudanças do ambiente doméstico que auxiliam a prevenção de quedas na terceira-idade:

Barras de segurança

Segundo pesquisas, maior parte das quedas dos idosos ocorre dentro de casa, em especial no banheiro e na cozinha. Por isso há a necessidade de barras para suporte e pontos de apoio. O idoso de maneira geral tende a apresentar alterações no equilíbrio, e as barras ajudam a melhorar sua autonomia nos afazeres cotidianos. É importante  também lembrar das escadas, que deve ter corrimão dos dois lados.

Tapetes

Além das alterações de equilíbrio, o comprometimento da marcha também é comum na terceira-idade. Isso quer dizer que o idoso sente mais dificuldade na caminhada, que fica lenta e arrastada, facilitando tropeços e escorregões. Nesse contexto, a presença de tapetes soltos no piso se transforma em uma armadilha, tanto grandes como pequenos.

Organização da rotina

Idosos com grave alteração de equilíbrio e marcha podem abrigar um inimigo em casa: as escadas. Pessoas que moram em sobrados, por exemplo, sofrem mais para realizar suas atividades, principalmente se durante o dia ela precisa subir e descer as escadas com frequência. Se possível centralizar tudo o que faz parte de seu cotidiano em apenas um andar – refeições, banheiro e lazer. Em alguns casos, pode ser feita a transferência do dormitório do idoso para o térreo, de forma que não seja mais preciso utilizar as escadas.

No entanto, o projeto de adaptação da casa deve ser individualizado. Desta forma, serão projetadas as adaptações condizentes com as necessidades específicas daquela pessoa. Porém devemos lembrar que as grandes mudanças, podem deixar o idoso constrangido e incomodado.

Móveis

Mesas de centro, objetos decorativos, vasos são móveis que comumente estão fora do campo visual – e por isso uma pessoa pode facilmente esbarrar ou tropeçar neles. Esse fator é mais acentuado em pessoas com idade avançada. Quanto mais desimpedido estiver o caminho, menores são as chances de quedas.

Cuidado com animais

Os animais trazem benefícios à vida do idoso, porém podem ser um risco à segurança. Ao tê-los, faz-se necessário redobrar os cuidados, pois brinquedos ou mesmo o animalzinho pode causar tropeços. Qualquer objeto que possa atrapalhar na locomoção, interferindo em sua autonomia, deve ser evitada.

Interruptores de fácil acesso

Quem nunca acordou no meio da noite para usar o banheiro? Andar no escuro até encontrar o interruptor pode ser o suficiente para causar uma queda, principalmente na terceira-idade. O comprometimento da visão se intensifica durante a noite, e qualquer descuido pode resultar em acidentes. É possível diminuir esse risco instalando mais de um interruptor no mesmo cômodo – um perto da porta e outro ao lado da cama, por exemplo. Dessa maneira, o idoso não precisa se locomover na escuridão. Abajures também funcionam, mas com menor eficiência, uma vez que iluminam uma área menor.

Mudanças no banheiro

O banheiro é conhecido como palco de acidentes e quedas, principalmente envolvendo idosos. A espuma e o vapor do banho, bem como o trilho do box e o tapete de banheiro se transformam em verdadeiros vilões quando o assunto é segurança na terceira-idade, levando em conta as dificuldades de equilíbrio e locomoção. As especialistas elencam uma série de mudanças que podem ser adotadas para tornar o banheiro mais seguro. Substituir a porta do box por uma cortina ou mesmo deixar sem nada é uma solução para eliminar o degrau do trilho e ampliar o espaço para quem necessita ajuda de cuidadores, barras no chuveiro e vaso sanitário também são importantes, assim como a instalação de antiderrapantes.

A cadeira de banho pode ser adotada para alguns grupos, principalmente quando o equilíbrio está muito comprometido. Móveis e louças devem ter cores que contrastam com o azulejo e piso, para que o idoso consiga visualizar o espaço claramente. Portanto, banheiros com paredes e chão brancos devem ter o vaso sanitário e a pia de outra cor.

Colchão e cama na altura certa

É de extrema importância que a altura da cama esteja de acordo com a altura do idoso. Se não for acessível para a família comprar, faz-se necessário realizar adaptações, como diminuir ou aumentar os pés da cama. Caso o móvel esteja muito alta ou baixo demais, haverá dificuldade para o idoso se deitar e levantar, facilitando quedas. Densidades muito baixas de colchões, além de não ajudarem na postura, dificultam a mobilidade tanto no momento em que idoso estiver dormindo, ao se virar na cama, quanto ao levantar-se. Dessa forma, tão importante quanto a altura apropriada da cama é um colchão de densidade adequada ao peso e tamanho do idoso.

Poltronas e cadeiras

Da mesma maneira que a cama deve estar na altura certa, as poltronas e cadeiras devem seguir um padrão para prevenir a queda do idoso. É interessante que as poltronas e cadeiras tenham braços e boa fixação, principalmente se utilizadas com frequência, aumentando o conforto e facilitando sua utilização. Ter um apoio para se levantar ou sentar evita o desequilíbrio, e o idoso se locomove com mais segurança.

Fonte: minhavida.com.br