Vacina de febre amarela deve ser aplicada em idosos de forma criteriosa

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Desde que a epidemia de febre amarela começou no início do ano, há preocupação com relação aos idosos e muitas dúvidas surgiram nas redes sociais. A vacina febre amarela de Bio-Manguinhos é de vírus vivos, obtida por atenuação da subcepa 17DD do vírus da doença, cultivado em ovos de galinha embrionados livres de germes patogênicos.

Sendo uma vacina viva, alguns grupos etários precisam tomar precauções específicas, como as pessoas com 60 anos ou mais. Outro grupo etário é formado por crianças abaixo de seis meses. Neste caso, a imunização é contraindicada.

Para esclarecer as dúvidas, o pediatra e consultor científico sênior de Bio-Manguinhos, Reinaldo de Menezes Martins, explica em detalhes como os idosos devem proceder.

“Geralmente pessoas nessa idade possuem imunidade mais baixa e, por isso, deve-se levar em conta o risco de contrair a doença versus o benefício e risco da imunização”.

Uma das variáveis que influenciam nessa decisão é onde o idoso vive e como é seu estilo de vida. “Se o idoso não sair muito de casa e morar em área sem ocorrência de febre amarela em macacos ou casos humanos, é melhor não se vacinar. Ele pode tomar precauções como utilizar roupas compridas, usar repelentes, colocar telas nas janelas e evitar áreas com mata. No entanto, se o idoso mora em área com circulação do vírus e é um trabalhador rural, indo muito a matas e beira de rios, é necessário optar por imunizar esse indivíduo”, detalhou o especialista.

Um dos eventos adversos da vacinação para a febre amarela é a doença viscerotrópica aguda (DVA), que ocorre até o décimo dia após a vacinação, semelhante à própria febre amarela. Estima-se um caso de DVA para cada 400 mil doses da vacina.

Deve-se suspeitar da doença quando houver febre, hipotensão/choque e icterícia/hemorragia, além de exames laboratoriais compatíveis. A frequência de eventos neurológicos após a vacinação (meningoencefalite, síndrome de Guillain-Barré e doença autoimune com envolvimento de sistema nervoso central ou periférico) também é rara. Estima-se a sua frequência em um caso para cem mil doses. Em geral, a meningoencefalite é benigna.

“O risco de uma pessoa acima de 60 anos adquirir doença viscerotrópica ou neurotrópica após a vacinação é maior do que nos adultos mais jovens. E, nos acima de 70 anos, o risco é ainda mais elevado. Por isso, o ideal é que o idoso que se vacinar contra febre amarela seja acompanhado nos primeiros 30 dias após a imunização, instruiu Martins.

De acordo com o Informe de Febre Amarela no Brasil nº 33/2017, divulgado pelo Ministério da Saúde, em 23 de março, de 1º de dezembro de 2016 até 23 de março de 2017 foram confirmados 492 casos de febre amarela selvagem. Destes, 62 ocorreram em pessoas acima de 61 anos (50 homens e 12 mulheres), o equivalente a 12,6%.

Se cuide !

Fonte: Gabriella Ponte (Bio-Manguinhos/Fiocruz)

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Quando começa a velhice ?

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Do ponto de vista biológico, o envelhecimento é descrito como um estágio de degeneração do organismo que se inicia após o período reprodutivo.

Envelhecimento esse, caracterizado pelos seguintes sinais: aparecimento de rugas e progressiva perda da elasticidade e viço da pele, diminuição da força muscular, da agilidade e da mobilidade das articulações, aparição de cabelos brancos e, eventualmente perda definitiva dos cabelos (sexo masculino), redução da acuidade sensorial (principalmente auditiva e visual), declínio da produção de certos hormônios, o que afeta a capacidade auto-regenerativa dos tecidos, distúrbios nos sistemas respiratório e circulatório (arteriosclerose, problemas vasculares e cardíacos), urogenital, etc.

Não há comprovação de que o avanço da idade determine a deterioração da inteligência que parece estar associada à educação e padrão de vida.

Algumas pesquisas têm mostrado que o processo de perda de memória provocado pelo avanço da idade, pelo menos em parte, deve-se ao fato de o cérebro se adaptar à nova condição de vida iniciada na “terceira idade”. As células relacionadas às atividades menos utilizadas seriam desativadas para concentrar esforços em áreas mais necessárias ao novo modo de vida.

O esquecimento é normal em qualquer idade. Em idades mais avançadas há, porém, um agravante que é o acúmulo de perdas de células nervosas. Durante toda a vida, nosso cérebro se desfaz diariamente de 50 a 100 mil neurônios em decorrência de lesões nas células, como pancadas na cabeça, por exemplo, e pela ação dos radicais livres(*). Como as células nervosas não se reproduzem, o número de neurônios tende a diminuir cada vez mais.

Com menos células disponíveis, o cérebro tem de fazer escolhas entre as atividades que deverão ser continuadas ou desativadas, o que vai ser determinado pelo tipo de vida que a pessoa leva.

Uma mente sã na velhice depende de hábitos saudáveis desde a juventude. O processo de envelhecimento começa antes da Terceira Idade. Se temos mais de 25 anos, já estamos perdendo a cada década de nossas vidas 2%, de células cerebrais. Além da alimentação rica em vitaminas C e E, licopeno (encontrado no tomate e na melancia), a melatonina, hormônio produzido durante o sono noturno, é um poderoso inimigo contra os radicais livres. Por isso, “uma boa noite de sono é um santo remédio para se prolongar a juventude biológica”.

Fonte: http://www.planosdesaudesenior.com.br/blog

As 10 principais doenças da terceira idade

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Três em cada quatro idosos possuem ao menos uma doença crônica no Brasil.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que três em cada quatro idosos no Brasil sofrem atualmente com ao menos uma doença considerada crônica, como diabetes, hipertensão e perda de audição, por exemplo.

Em um cenário em que a taxa de natalidade vem caindo, enquanto a expectativa de vida está crescendo, tanto a cidade quanto a sociedade precisam cada vez mais se preparar para poderem acolher e proporcionar uma melhor qualidade de vida àqueles que têm mais de 60 anos.

“Tão importante quanto identificar as doenças e medicá-las [doenças crônicas], é entender o quadro geral do idoso enfermo, de forma que o tratamento de uma enfermidade não impacte negativamente na outra”, explica o médico geriatra Alexandre Leopold Busse.

Para isso, usam-se hoje cada vez mais equipes multidisciplinares, que irão tratar essas pessoas utilizando outros métodos que não apenas os remédios, como terapia, acompanhamento com nutricionista e fisioterapeutas.

Segundo o especialista, as doenças que trazem maior mortalidade entre os idosos são as doenças cardiovasculares, que são o agrupamento da doença arterial coronariana e cerebrovascular (AVE). Já a doença crônica mais prevalente é a hipertensão arterial.

Busse indicou as dez principais doenças que mais atingem os idosos. Confira:

Doenças cardiovasculares – São as enfermidades que representam maior taxa de mortalidade entre os idosos. O grupo abrange as doenças arteriais coronarianas (DOC), que comprometem principalmente a região do coração, como infarto e angina do peito. Um dos fatores é o envelhecimento do próprio corpo, ocasionando um endurecimento das artérias, que pode levar a aumento da pressão. Sedentarismo, obesidade e tabagismo são alguns dos fatores que favorecem o aparecimento ou agravamento do problema; e o acidente vascular encefálico (AVE), antigamente conhecido como AVC, ou ainda como derrame, um problema ocasionado pela falta súbita de sangue no cérebro. As consequências dependerão de qual área cerebral foi afetada, podendo ocasionar problemas na locomoção, fala e movimentos.

Diabetes mellitus – Com o envelhecimento e mudanças no organismo, como aumento de gordura e perda de massa muscular, o corpo passa a não responder e processar tão bem a insulina e isso favorece o aparecimento da diabetes tipo 2. Isso pode provocar um efeito cascata, com consequência para os rins, coração e visão.

Catarata – Afeta uma parte do olho e atua sobre uma lente chamada cristalino, que com o passar dos anos vai ficando menos transparente, dando um aspecto opaco ao olho. Tratável, o acompanhamento permite identificá-la ainda em seu estágio inicial, facilitando o tratamento. Como a visão fica prejudicada, pode facilitar outro grande problema para idosos, o risco de quedas, que podem ocasionar fraturas.

Enfisema pulmonar – É uma doença que afeta o pulmão, também conhecida como doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), decorrente principalmente do tabagismo ou da exposição excessiva à fumaça. O que agrava o quadro do paciente, com o avanço da idade, é que a fisiologia do órgão vai mudando, favorecendo o acumulo de secreções e ficando mais enrijecido.

Doença de Alzheimer – Não é um mal específico da velhice e não é normal o idoso apresentar sintomas relacionados às demências. Quando acontece, é um sintoma de uma doença clínica, podendo tanto ser o indicativo de doença de Alzheimer como também de depressão e requer uma investigação médica para identificar o real problema.

Perda de audição – É um processo normal da fisiologia do sistema de audição. Gradativamente vai perdendo-se, primeiramente, a capacidade de escutar sons agudos (mais fortes). Um fator que agrava a perda é o preconceito que ainda existe de usar o aparelho auditivo, impedindo o controle do problema e tornando ainda mais difícil a adaptação ao dispositivo.

Hipertensão arterial – Popularmente conhecida como pressão alta, segundo dados do Ministério da Saúde, afeta 35% da população brasileira e é responsável por 80% dos casos de derrame cerebral e 60% dos ataques cardíacos no país. É também a doença mais prevalente entre os idosos. Caso não seja feito controle, pode levar a várias complicações para a saúde, como insuficiência cardíaca, doenças coronárias ou mesmo um AVE (acidente vascular encefálico). Como não apresenta sintomas significativos, medir a pressão arterial com frequência auxilia na identificação e controle da enfermidade.

Depressão – Bastante recorrente em idosos, os sintomas nem sempre são fáceis de identificar em pacientes mais velhos, pois não se manifesta com os sintomas clássicos da doença, por isso que o médico e a família precisam estar atentos às queixas. Por exemplo, a queixa não precisa ser tristeza, mas sim a falta de prazer em fazer as coisas e dores atribuídas a queixas específicas.

Osteoporose – Atinge mais as mulheres, uma vez que está relacionada à diminuição da massa óssea, que já é menor no sexo feminino e tem uma diminuição significativa pós-menopausa. Isso torna os ossos mais fracos e a pessoa fica mais suscetível a fraturas, um grande problema para os idosos.

Osteoartrose – É uma doença das articulações, que causa deformidades e dores crônicas, em várias partes do corpo ou em região específica, podendo levar à diminuição das funções, como movimento das mãos e pés.

Busse destaca que todas as doenças têm tratamento ou controle, essencial para enfermidades que não têm cura e que evitam complicações do quadro geral do paciente.

“Quanto antes é feito o diagnóstico, mais efetivo é o tratamento. Com o avanço das doenças, pode-se optar por medidas paliativas, com o objetivo de conferir uma melhor qualidade de vida aos idosos, respeitando suas limitações e proporcionando maior conforto, à medida que a enfermidade avança”, explica o geriatra.

Segundo ele, “olhar especializado do geriatra contribui muito para um diagnóstico e tratamento mais assertivo”.

Prof. Dr. Max Grinberg
Núcleo de Bioética do Instituto do Coração do HCFMUSP

Fonte:
https://coracaoevida.com.br

Cuidados redobrados com idosos no verão

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Com a chegada da idade o organismo passa por algumas alterações, como a redução da percepção do calor, a redução da sensação de sede e a redução da capacidade de termólise (eliminação do calor do organismo).

Assim, os idosos têm maior dificuldade em adaptar-se aos dias mais quentes e temperaturas elevadas. Além de não conseguirem perceber os sinais que o corpo envia, avisando que algo está errado. Então, os cuidados com idosos no verão devem envolver medidas que possam favorecer a hidratação do organismo e reduzir o calor corporal.

1 – Água: Ofereça água ao idoso não em grandes quantidades, mas diversas vezes ao dia, para que o corpo mantenha-se hidratado. O ideal é no mínimo 2 litros por dia.

2 – Alimentação: O ideal é alimentar o idoso de 3 em 3 horas com alimentos frescos e leves. Deve-se evitar refeições quentes e de difícil digestão, dando preferência para legumes, verduras e frutas. Os sucos naturais e sorvetes também podem ser explorados. Evite a cafeína e o álcool, pois desidratam o organismo. Uma alimentação balanceada garantirá os nutrientes para manter o corpo saudável no verão.

3 – Roupas: As roupas e tecidos utilizados no verão devem ser leves e frescos, preferencialmente de algodão e em cores claras. Evite peças apertadas e desconfortáveis. A roupa de cama também pode ser substituída por uma com menor quantidade de fios na trama, mais fresca para essa época do ano.

4 – Exposição solar: Evite a exposição solar em horários de picos (10 e 16 horas). Prefira buscar abrigo num locar fresco, arejado e coberto, ou que possua ar condicionado.

5 – Acessórios: Os óculos de sol e bonés, ou chapéus, ajudam a proteger o corpo contra o calor. Não dispense esses acessórios quando o idoso estiver em locais de exposição ao sol.

6 – Filtro solar: Os cuidados com idosos no verão não dispensam o uso de filtro solar, que deve possuir um fator alto para proteger eficazmente a pele sensível do idoso.

7 – Ar condicionado: Adote o ar condicionado para os ambientes utilizados pelo idoso, caso sejam quentes e abafados.

8 – Umidificador de ar: Nos dias de baixa umidade relativa do ar, faça uso do umidificador também, para equilibrar a atmosfera do ambiente e deixar o espaço mais fresco.

9 – Banho: O banho do idoso no verão deve ser mais fresco para não ferir sua pele e para manter a temperatura corporal ideal (36° C).

10 – Exercícios: Idosos que se exercitam devem evitar os horários mais quentes do dia e dar preferência para atividades refrescantes, como a hidroginástica, um exercício que traz muitos benefícios para eles.

Com esses cuidados com os idosos no verão você garante mais qualidade de vida para eles nessa época do ano e reduz os riscos de complicações. Compartilhe essas informações com seus amigos pelas redes sociais, assim, mais pessoas poderão garantir conforto e saúde para os idosos nos dias de calor.

 

Maria Alice Toledo
Geriatra e vice-presidente da SBGG (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia)

Fonte:
http://www.vidalarsaude.com.br

O que não pode faltar na alimentação dos idosos

Uma alimentação equilibrada é fundamental em todas as fases da vida, mas na terceira idade é importante para reduzir os problemas de saúde que os acometem e melhorar a qualidade de vida.

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Uma natural redução na absorção de nutrientes na terceira idade, medicamentos, inapetência, dificuldades no preparo (e desconhecimento) de refeições balanceadas, dificuldades motoras, podem comprometer ainda mais a saúde de idosos.

Cálcio – mineral importante presente nos ossos, dentes, para a contração muscular, coagulação sanguínea, dentre outros. Sua deficiência pode causar a osteoporose, que é a desmineralização óssea, causando fragilidade e fraturas. As principais fontes do cálcio são leite e derivados (queijos e iogurtes), peixes, amêndoas e couve.

O uso de diuréticos e antiácidos muito presentes nesta fase da vida pode comprometer a absorção deste mineral. Sedentários e acamados têm maior redução na sua massa óssea.

Vitamina D – fundamental para o metabolismo e absorção do cálcio. A redução à exposição solar (forma como a vitamina é melhor absorvida), principalmente pela população que fica mais recolhida em casa durante o inverno ou por estarem acamados, são os responsáveis pela sua deficiência. Atualmente, praticamente metade da população apresenta algum nível de carência desta vitamina.

Os alimentos que fornecem vitamina D são poucos, as quantidades presentes são baixas e sua forma não é tão bem absorvida como a luz do sol. Encontramos a vitamina D em óleos de peixe, frutos do mar, gema de ovo, leite, fígado, cevada, salmão e sardinha.

Ferro – essencial na formação da hemoglobina, responsável pelo fornecimento de energia, quando abaixo das recomendações pode levar a um quadro de anemia. Pode ser ferro heme (proveniente de alimentos de origem animal) e não heme (proveniente de alimentos de origem vegetal), têm diferentes teores de absorção dependendo do alimento. Carnes em geral (as vermelhas apresentam um teor maior), gema do ovo, melado, banana, leguminosas, verduras verdes escuras (agrião, espinafre) e cereja são fontes. O ferro contido no ovo é 100% aproveitado, o do feijão cozido cerca de 80%, das verduras 68% e o da carne, 20%. Um bife de aproximadamente 100g (gramas) fornece 4,3 mg (miligramas) de ferro, representa a metade das necessidades diárias para esse mineral. Lembrando que associações com vitamina C aumentam sua absorção, enquanto que a associação com alimentos ricos em cálcio, ao contrário, reduzem.

Potássio:  atua nas contrações musculares, responsável pelo equilíbrio hidroeletrolítico do organismo, atua no metabolismo da glicose, interfere na síntese proteica, necessária para o armazenamento da proteína muscular, transmissão nervosa, na função renal, e na contração da musculatura cardíaca. A hipertensão muitas vezes se instala quando há um desequilíbrio entre as fontes de sódio e potássio (muito sódio e pouco potássio). É encontrado em quase todos os alimentos, principalmente os de origem vegetal como hortaliças e frutas. As maiores fontes são batata inglesa, banana, couve, laranja, melão, leguminosas (feijões em geral) e carnes.

Zinco – responsável pela integridade do sistema imunológico, produção de alguns hormônios ligados ao crescimento e reprodução, cicatrização, dentre outros. Normalmente presente em carnes vermelhas, fígado, ostras, aves, peixes, leite, ovos, cereais integrais em geral. Sua deficiência pode provocar diminuição do paladar (induzindo a uma inapetência), anorexia, alopecia, intolerância à glicose. Dietas muito ricas em fibras também podem comprometer a absorção deste mineral.

http://www.avovo.com.br

Verão na Terceira Idade

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O verão está chegando e é importante ter um cuidado especial com os idosos nessa época do ano. Buscamos algumas dicas de médicos geriatras para você! Confira:

Hidratação

A partir dos 60 anos, por estar com as papilas gustativas um pouco mais ‘gastas’ e menos sensíveis, idosos tem uma grande rejeição a beber água. É fundamental que bebam líquidos – em média seis copos por dia de água, água de coco ou sucos. Isso evita queda de pressão e perda da hidratação da pele, que já é ressecada por si só.

Exposição ao sol

Ter cuidados com o sol também é fundamental para evitar a desidratação. De acordo com a geriatra, a geração da terceira idade de hoje em dia foi um pouco mais descuidada na juventude em relação a isso e hoje existem muitos pacientes com lesões de pele como sinais, manchas e queimaduras. É importante utilizar protetor solar ou chapéus.

Alimentação

Evitar comer alimentos pesados e que sejam muito diferentes do que o idoso está habituado a comer também é um ponto importante. A médica diz que a orientção é que sejam evitadas refeições muito calóricas ou salgadas e que sejam ingeridos alimentos leves como frutas com bastante água, como abacaxi, melancia; verduras e muitos líquidos.

Diarreias

Diarreias costumam ser muito comuns no verão. Se for adquirido um quadro de diarreia viral ou em decorrência da ingestão de algum alimento, a família precisa ficar atenta à hidratação. Existem alguns medicamentos que melhoram a flora intestinal e reidratam, mas sempre que houver, ingerir mais líquidos que o habitual.

Complicações

Em casos mais graves de desidratação, é preciso procurar o mais rápido possível um médico. Não é regra. Pode ser identificado se o paciente aparentar estar confuso, sonolento, cansado, prostrado, pele mais enrugada e boca mais seca.

Fonte: O Cuidado Virtual

Dormir – Qual é a melhor posição?

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Nos Estados Unidos, mais de 40% das pessoas dormem menos horas do que os especialistas recomendam e, como consequência, sofrem sonolência, hipertensão arterial, fadiga, risco de depressão, aumento de peso e várias condições crônicas.

E mesmo quando você dorme as horas recomendadas pelos especialistas -que são de 7 a 8 horas-, sua saúde pode ser afetada inesperadamente e devido à posição de sono preferida, o que pode causar dor nas costas, problemas no estômago, dor no pescoço ou rugas prematuras.

Muitas empresas se dedicaram a criar colchões para que os humanos possam dormir melhor. Existem milhares de colchões que garantem o mesmo, mas muitos na realidade não ajudam e sem mencionar o preço, pois eles tendem a ser muito altos. No entanto, há uma solução incrível com a qual você não terá que gastar absolutamente nada.

Embora muitos digam que é importante dormir mais de 7 horas para o benefício da nossa saúde, a verdade é que a posição em que dormimos é ainda mais importante.

De acordo com alguns especialistas, o mais recomendável é dormir do lado esquerdo.

Dr. John Douillard, especialista em sono, enfatiza que descansar ou dormir do lado esquerdo permite obter benefícios pra a sua saúde e longevidade.

Outros especialistas dizem que a posição de dormir é importante para a digestão saudável, e que, para as pessoas com asma, por exemplo, não é recomendado dormir de cabeça para baixo.

Benefícios de dormir ou descansar do lado esquerdo:

Saúde do coração

De acordo com o Dr. John Douillard, dormir do lado esquerdo pode ajudar a melhorar a saúde do coração, isso é lógico já que a gravidade pode ajudar com a drenagem linfática ao coração, evitando grande parte da carga do seu trabalho enquanto se dorme.

Alívio da acidez estomacal

As pessoas que sofrem de azia depois de consumir alimentos muito pesados, poderiam se beneficiar de dormir do lado esquerdo, pois isso pode aliviar a azia enquanto dormir do lado direito pode agravar o problema.

Impede o ronco

Dormir do lado pode ajudar as pessoas que têm problemas com a apneia obstrutiva do sono, propensas a roncar em geral. Então, quando você começa a dormir do lado esquerdo, você pode dizer adeus a esses roncos irritantes.

Ajuda o sistema linfático

É importante dormir no lado esquerdo, pois se considera que esse é o lado linfático, ao dormir nesta posição, este sistema é estimulado para que o corpo possa filtrar melhor o fluido linfático, as toxinas e os resíduos.

Texto: mejorconsalud / miscuriosidades