Uma Terceira Idade Cheia De Estilo

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Como dizia Coco Chanel “A moda passa, o estilo fica”.

A essência da terceira idade é a sabedoria de vida, a experiência e a vantagem de ter passado por várias tendências de moda e estilo.

Muitos já observaram que a moda vai e vêm, se repete, se renova são releituras sendo feitas em cima de referências que já foram produzidas há séculos.

Com certeza muitas de vocês tem ou já tiveram no armário peças que foram e saíram de moda. O legal é que algumas dessas peças nunca saem de moda. Usá-las de forma diferente é o segredo de ter um estilo exclusivo.

O estilo é uma forma de representar o que você é. Quando nos descobrimos interiormente conseguimos transparecer na roupa em que usamos nossa identidade.

Aqui vão algumas dicas de looks que podem ser encontrados em qualquer guarda-roupa e usados de uma forma criativa, elegante e despojada.

Inspirem-se!

Saia Reta: Uma peça elegante e versátil. Escolha as que tenham um ótimo caimento. Uma das exigências na escolha de roupas para Terceira Idade é o conforto. Nesta composição você pode colocar o acessório que tenha a ver com o seu gosto pessoal.

O bom e velho vestidinho tubinho: Esta peça é super coringa. Toda senhora deve ter um no seu armário. Ele vai desde o clássico até o despojado. Coloque todo o seu charme e estilo. Escolha modelos que tenham em sua composição elastano eles trazem conforto.

Calças jeans e calças de alfaiataria.  As calças jeans são super versáteis e combinam com tudo. Escolha as que tenham na sua composição elastano e que fiquem confortáveis. Já as de alfaiataria, são clássicas e elegantes, com uma no armário você estará pronta para um evento que seja mais requintado.

A partir dessas peças você pode criar e recriar novas composições agregando acessórios.

Escolha sempre peças que a valorizem e que a definem. Lembrem-se sempre que a terceira idade tem em suas mãos a chave da sabedoria. Sendo assim, saiba que estar na moda é uma questão de estilo.

Consultora de Moda e Estilo Isabel Lameira Tadeu

Fonte: aterceiraidade.net

 

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Ouvir e não entender: pode ser o início de perdas auditivas

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Para a maioria dos indivíduos com perda de audição, duas coisas estão acontecendo. Muitas vezes ao mesmo tempo.

Problema número um é o fato de ser incomum perder a capacidade de ouvir igualmente em todas as frequências e na mesma intensidade.

Na fala, os sons das vogais (A, E, I, O e U) são de frequências baixas. Geralmente, estas frequências ficam preservadas quando a perda é inicial. Normalmente, as perdas acontecem inicialmente nas frequências mais altas primeiro. As frequências mais altas são aquelas em que encontramos  muitos dos sons presentes nas consoantes.: S, F,X, V, K, P entre outras.

Ser capaz de ouvir sons de vogais é útil e irá alertá-lo de que o discurso está presente. Mas são os sons de  consoantes dão significado de fala, e ajudam você a distinguir uma palavra e ser capaz de ouvir diferenças sutis como por exemplo: “gato” , “pato”, “mato” e “bato “.

É por isso que tantas pessoas com perdas auditivas de alta freqüência provocadas pelo envelhecimento natural (presbiacusia) ou exposição excessiva ao ruído têm dificuldade em entender, mesmo quando sabem que o som está presente.

O problema número dois é a relação sinal/ruído. Em ambientes ruidosos e com conversas competitivas, a dificuldade de inteligibilidade de fala aumenta. O que prejudica ainda mais a compreensão do que se é dito.

Muitas vezes, a melhor solução para a perda auditiva de alta freqüência é o uso adequado de aparelhos auditivos. Eles podem amplificar as altas frequências que você perdeu sem amplificar os sons baixos. Além de terem hoje alta tecnologia para favorecer a audição modificando a relação sinal/ruído e adaptando a condição de escuta em diferentes tipos de ambiente.

Se você está sentindo algumas destas dificuldades que exemplificamos, procure um otorrinolaringologista e um fonoaudiólogo. Estes profissionais podem informar sobre as opções existem para o seu caso.

Fonte: Portal do Idoso

Caminhadas regulares, mesmo curtas, estão ligadas a menor risco de mortalidade

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Caminhar regularmente, mesmo que seja menos do que o mínimo recomendado para o condicionamento físico, está associado a menor mortalidade por qualquer causa em comparação ao sedentarismo, de acordo com novos dados de um grande estudo de coorte norte-americano de prevenção do câncer entre os idosos.

“Muita gente se sente desmotivada para iniciar uma rotina de exercícios, acreditando que teria de começar a correr ou fazer grandes esforços”, disse a primeira autora Alpa Patel, PhD, pesquisadora da American Cancer Society. “A simples caminhada fora de casa traz enormes benefícios à saúde”.

Andar a pé é “simples, gratuito, e não exige nenhum treinamento”, sendo “a atividade ideal para a maioria dos norte-americanos, especialmente à medida que envelhecem”, observam Alpa e coautores.

Seu novo estudo foi publicado on-line em 19 de outubro no periódico American Journal of Preventive Medicine.

Várias diretrizes norte-americanas determinam que os adultos devem fazer mais de 150 minutos de exercícios de intensidade moderada ou 75 minutos de exercícios de forte intensidade por semana para ter uma “saúde ideal”. Isto é considerado o mínimo necessário.

Porém, este novo estudo mostrou que 120 minutos ou menos de caminhadas de intensidade moderada por semana também aumentam a longevidade.

Em outras palavras, você pode ficar aquém da meta mínima necessária de exercícios para os adultos e ainda assim se beneficiar.

Não se trata de fazer uma “caminhada rápida”, nem de “flanar pelo supermercado”, enfatizou Alpa. O estudo avaliou a caminhada “a passo médio”.

Nesse ritmo, você pode “acabar aumentando um pouco a sua frequência respiratória, permitindo que você caminhe cerca de 1,5 km em 20 minutos”, disse a pesquisadora.

“Caminhar nesse ritmo é considerado uma atividade de intensidade moderada, e isso é o que muita gente não percebe,” observou Alpa.

Um pouco é melhor do que nada

Andar a pé é o tipo mais comum de atividade física realizada pelos norte-americanos, o que tem sido relacionado com menor risco de doença cardíaca, diabetes, câncer de mama e câncer de cólon. Mas o novo estudo é o primeiro a examinar apenas a caminhada (separada das outras atividades) em relação à mortalidade entre homens e mulheres mais velhos.

Para tal, Alpa e colaboradores revisaram dados de mais de 62.000 homens e 77.000 mulheres recrutadas na Cancer Prevention Study II Nutrition Cohort, que entrevistou reiteradamente os participantes por meio de questionários enviados pelo correio. O desfecho primário do estudo foi a morte por qualquer causa entre 1999 e 2013.

A média de idade dos participantes em 1999 foi de 71 anos para os homens e 69 anos para as mulheres. 

No início estudo, em 1999, 5,8% dos homens e 6,6% das mulheres informaram não fazer nenhuma atividade física de moderada a vigorosa. Estes participantes “sedentários” tiveram 26% maior probabilidade de morrer prematuramente em comparação aos participantes do estudo que faziam “alguma” atividade, porém menos do que a recomendação mínima supracitada (hazard rate ratio = 1,26).

Contrariamente, a maior frequência de caminhadas foi associada a menor mortalidade por todas as causas (hazard rate ratio = 0,80).

“Você constata um risco 20% menor de mortalidade”, disse Alpa sobre a comparação entre os participantes do estudo que alcançaram ou ultrapassaram a meta mínima recomendada, e aqueles que caminharam pouco (menos do que o mínimo).

As análises multivariadas foram ajustadas para outros fatores de risco como tabagismo, obesidade e doenças crônicas.

“Claramente, quanto mais você caminhar, melhor. Mas qualquer caminhada é melhor do //que não caminhar. O pior é ser completamente sedentário”, disse Alpa resumindo os resultados em uma entrevista ao Medscape.

O novo estudo traz “uma descoberta interessante, mas talvez não surpreendente”, disse Roger Fielding, PhD, professor de nutrição e medicina da Friedman School of Nutrition Science and Policy, da Tufts University School of Medicine, em Boston, Massachusetts.

“O cerne da questão é que qualquer atividade física, neste caso, menos de duas horas por semana de caminhada, confere benefícios substanciais e clinicamente significativos em termos de mortalidade”, disse Fielding por e-mail ao Medscape. 

Este benefício é acentuado nas pessoas que atingem ou ultrapassam as metas recomendadas pelas diretrizes para a atividade física, resumiu o pesquisador, reforçando o que disse Alpa.

Há também uma relação proporcional entre a dose e a resposta em termos da frequência da atividade física feita durante mais de dois anos, inclusive a caminhada, na redução da mobilidade e do risco de degeneração funcional, acrescentou Fielding, citando o próprio estudo randomizado LIFE, publicado recentemente.

Alpa também apresenta os novos resultados em números absolutos, embora advertindo que estes números não estão controlados por fatores de confusão. 

A incidência geral de mortalidade padronizada pela idade para os participantes s/edentários é de 4.293 por 100.000. Esta mesma incidência é de 2.851 entre aqueles que andam menos do que o mínimo recomendado. Isto representa 1.442 mortes a menos por 100.000 pessoas do que para os participantes inativos. 

A incidência cai ainda mais entre aqueles que alcançaram e ultrapassaram as metas recomendadas de atividade física: foi de apenas 2.088 por 100.000 participantes entre os que caminhavam uma ou duas vezes mais do que o recomendado. “Considero estas reduções de risco importantes”, concluiu Alpa. 

A pesquisadora também disse ao Medscape que faz caminhadas diárias ao longo dos 300 metros de calçada na sede da American Cancer Society, em Atlanta, durante a sua jornada de trabalho, e nas imediações do Centennial Olympic Park

Seus colegas de trabalho fazem o mesmo. “Atualmente, muita gente faz reuniões caminhando, em vez de ficar sentada no escritório”, disse a pesquisadora. 

 ///Am J Med Ant. Publicado on-line em 19 de outubro de 2017.

Fonte: https://portugues.medscape.com

Adaptar-se ao envelhecimento garante mais qualidade de vida na terceira idade

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Ter uma terceira idade feliz depende de vários fatores, mas principalmente da forma como o idoso se percebe nessa fase da vida e da sua capacidade de se adaptar as mudanças e transformações próprias do envelhecimento.

A capacidade de poder realizar as atividades cotidianas, desde as mais básicas como alimentar-se, tomar banho e andar, até as mais complexas como administrar as finanças e realizar atividades de lazer são fundamentais para uma vida plena. Para isso o idoso precisa estar com suas plenas capacidades físicas, mentais e emocionais, a fim de poder cuidar da própria vida e dar sentido para a própria existência.

Para algumas pessoas há o medo da velhice, da solidão e o senso de sentir-se menos competente para realizar suas atividades cotidianas ou sua capacidade de tomar decisões e governar sua vida influencia na maneira como cada um enfrenta e vive o envelhecimento.

Idosos que não conseguem se adaptar a essas mudanças acabam se isolando socialmente diminuindo a interação com outras pessoas, o que pode levar a perda da satisfação com a própria vida, do prazer e da motivação, comprometendo suas capacidades físicas, intelectuais e emocionais.

Para os indivíduos que apresentam alguma doença crônica, como diabetes, colesterol alto, artrite reumatoide, hipertensão, adaptar-se ao processo de envelhecer juntamente com essas doenças pode ser mais trabalhoso, mas não impossível, além de ajudar a diminuir o impacto da doença na qualidade de vida e evitar maiores comprometimentos.

É necessário reavaliar as possibilidades, redefinir metas e alterar estratégias de enfrentamento do ambiente e dos próprios sentimentos para poder se adaptar as novas demandas dessa fase da vida e vive-la da melhor maneira possível, mesmo que acompanhada de doenças crônicas e limitações físicas.

Com o aumento geral da população idosa, torna-se importante garantir aos idosos não apenas maior longevidade, mas felicidade e satisfação com a vida. Pesquisas são realizadas no mundo todo com o objetivo descrever os fatores associados ao grau de satisfação com a vida entre a população de idosos.

Um estudo recente publicado, em janeiro de 2014, no Canadian Medical Association Journal pesquisou a relação entre o prazer com a vida e o declínio da função física em idades mais avançadas. Participaram 3199 homens e mulheres com idade acima de 60 anos.

Nesta pesquisa foi verificado que pessoas que tem mais satisfação com a vida, ou seja, que expressam sentimentos de felicidade e prazer vivem até 8 anos mais e em condições físicas melhores do que as pessoas que não estão satisfeitas com suas vidas.

Em 2012, um estudo realizado por pesquisadores da University College London (UCL), no Reino Unido, conclui que os idosos que gostam da vida tendem a viver mais e com uma condição física melhor do que os indivíduos infelizes. Os pesquisadores avaliaram até que ponto eles tinham dificuldade em realizar atividades diárias, como tomar banho ou se vestir, o estudo descobriu que as pessoas que tinham um baixo senso de bem-estar foram três vezes mais propensas a ter problemas em realizar atividades diárias.

O estudo mostra que pessoas em idades avançadas e que estão felizes e aproveitam a vida mostram declínios mais lentos na capacidade física. Ou seja, conseguir adaptar-se as mudanças ao longo do processo de envelhecimento e encontrar formas alternativas de aproveitar a vida e ficar feliz com o que realiza contribui para uma vida mais longa e saudável.

Escrito por Roberto Miranda Geriatria – CRM 64140/SP, em conjunto com Mariela Besse, terapeuta ocupacional do Instituto Longevità. Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Mestre em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo. Afiliada à Disciplina de Geriatria e Gerontologia da Universidade Federal de São Paulo. Membro da Diretoria da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. Fonte: minhavida.com.br

A Confusão Mental dos Idosos

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Arnaldo Lichtenstein é médico, clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Ele tem algumas simples recomendações, porém muito importante para você e quem você quer bem:

“Durante as aulas de clínica médica que ministro aos estudantes do quarto ano de Medicina, a certa altura, faço a seguinte pergunta:

  • Quais as causas mais comuns de confusão mental nas pessoas idosas?
  • Alguns tentam adivinhar: “Tumor no cérebro”.
  • Eu respondo: “Não”.
  • Outros arriscam: “Mal de Alzheimer”.
  • Novamente, respondo: “Não”.

A cada negativa os alunos vão demonstrando espanto…. E ficam ainda mais boquiabertos quando menciono os três motivos mais comuns:

  • Diabetes fora de controle;
  • Infecção urinária;
  • A família foi passear e deixou o avô e a avó em casa, para não se cansarem.

Embora pareça brincadeira, não é não! Como o avô e a avó não sentiram sede, não ingeriram líquidos.

Quando não há ninguém mais em casa para lembrá-los de tomar água, chá ou um suquinho, eles desidratam-se rapidamente.

A desidratação pode vir a ser grave, afetando todo o organismo. Pode causar confusão mental repentina, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos, angina (dor no peito), coma e até o óbito.

Atenção: isso não é brincadeira. O processo natural de envelhecimento faz com que, na terceira idade – que começa aos 60 anos – tenhamos pouco mais de 50% de água no organismo. Portanto, os idosos têm menor reserva de líquidos.

Para complicar mais o quadro, mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água porque, muitas vezes, há certa disfunção nos seus mecanismos de equilíbrio interno.

Conclusão:
As pessoas idosas desidratam-se com mais facilidade não apenas porque têm menos reserva de água, mas também porque não se dão conta de que necessitam de água. Mesmo que o idoso seja saudável, a falta de líquido reduz o desempenho das reações químicas e funcionais de todo o organismo.

Por esse motivo, aqui estão dois alertas:

  1. O primeiro é para as pessoas idosas: fiquem bem conscientes do hábito de tomar líquidos, mesmo no inverno. Por líquido entenda-se água, chás, água de coco, melancia, sucos, melão, abacaxi, tangerina, gelatina, laranja, leite, sopas… O importante é, a cada duas horas, ingerir um copo ou uma xícara com líquido. Lembrem-se bem disso!
  2. O segundo alerta é endereçado aos familiares: ofereçam, com bastante frequência, líquidos aos idosos. Ao mesmo tempo, prestem atenção. Caso percebam que estão rejeitando líquidos e, que, de repente, ficam confusos, irritadiços, alheios ao que se passa ao redor, cuidado! É quase certo que sejam sintomas de desidratação. Deem-lhes líquidos e procurem logo atendimento médico”.

Fonte: tudoporemail.com.br

VAI VIAJAR ? NÃO DEIXE DE LER ESSA POSTAGEM!

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A melhoria da qualidade de vida e o aumento da atenção à saúde hoje dão às pessoas uma “terceira idade” bastante saudável e ativa, inclusive nas atividades de diversão e lazer, como por exemplo as viagens. Se na juventude o dinheiro era pouco e na fase adulta o tempo era escasso e os compromissos muitos, a maturidade é o momento certo para concretizar os sonhos que ficaram de lado ao longo da vida. Afinal, a carreira profissional já está consolidada, os filhos criados, as finanças estabilizadas e muitas pessoas, inclusive, já estão aposentadas.

Como é natural, mas nem por isso é limitante, em alguns aspectos a pessoa mais vivida tem necessidades diferentes das que tinha quando era jovem, mas nada que a impeça de “correr” o mundo, seja pelo interior, praia, montanha, capitais ou grandes centros turísticos e comerciais. Basta conhecer a capacidade física pessoal, as características e infraestrutura existente nos locais que escolher como destino e planejar tudo – do roteiro ao calendário e  a quanto se pode pagar por essa felicidade.

Ficou animado? Então, veja nossas dicas, arrume as malas e boa viagem!

1. Se informe bem sobre o destino

Quem é jovem não se preocupa nem incomoda diante de imprevistos que surgirem em uma viagem. Tudo pode ser transformado em uma emocionante e divertida aventura, vivida com o mesmo entusiasmo com que se enfrenta os desafios de um jogo virtual.

Mas para quem já passou dos cinquenta ou sessenta, costuma não ser bem assim. Normalmente essas pessoas preferem um pouco mais encontrar o que haviam previsto, sem necessidade de esforçar-se para contornar o solucionar o que não estava em seus planos.

Por isso é muito importante, antes de definir um roteiro de viagem, informar-se bastante sobre os lugares que serão visitados: modo de chegar, costumes e tradições, condições de transporte, locomoção e acomodação,  clima, alimentação, estrutura urbana de comércio e serviços e coisas assim.

Para ter essas informações, você pode pedir a opinião de quem já conhece os locais que estão te interessando e fazer pesquisas na internet para saber tudo o que precisa sobre aqueles destinos.

2. Procure lugares parecidos com o seu perfil

A menos que sejam muito chegadas a aventuras, geralmente, as pessoas mais vividas não se dispõem a por a mochila nas costas e pedir carona na beira da estrada e sair a correr mundo, dormindo em barracas de camping ou hosteis. Como dissemos, a idade traz algumas exigências…

Assim sendo, uma vez conhecendo seus interesses de viagem e o que mais chama sua atenção nos lugares que você visita, dedique algum tempo a pesquisar sobre os destinos que melhor se adequam às suas vontades, inclusive em relação às estruturas de alimentação e acomodação.

Dependendo das características do “turista maior de 60”, resorts, hotéis fazenda e pousadas podem ser a melhor opção de hospedagem porque oferecem uma infraestrutura completa, que concentra várias opções de diversão e serviços no mesmo lugar, dispensando a necessidade de deslocamentos frequentes, como por exemplo para se alimentar.

3. Se prepare com antecedência. Inclusive financeiramente

Quanto mais completa a estrutura da viagem e maior o conforto desejado, maiores serão os custos desse “empreendimento” de diversão, descanso e lazer.

Isso faz com que, dependendo do nível de exigência, a viagem tenha que começar a ser planejada com  relativa antecedência, inclusive financeiramente. Incluir um item com essa finalidade no orçamento, pelo tempo em que se pretende fazer a reserva, é uma atitude que ajuda bastante a atingir esse objetivo, pois facilita que o valor seja retirado das receitas logo que receber o pagamento.

Para evitar que o dinheiro que for sendo reservado seja afetado pela inflação, perdendo o valor de compra, convém aplicá-lo em uma modalidade segura, resgatável no prazo que você precisa. Mesmo que os rendimentos sejam modestos, já farão diferença para o bem de seu bolso.

4. Leve boas companhias para trazer boas lembranças

Se na rotina do dia a dia é bom ter ao nosso lado pessoas agradáveis e interessantes, que nos fazem sentir bem e à vontade, imagine nas situações em que percorremos lugares novos, vivendo coisas diferentes daquelas a que já somos acostumados.

Por isso, é sempre bom ter nas viagens a companhia de alguém com quem temos grande afinidade, pois isso facilita bastante a troca de impressões e comentários e, até mesmo, favorece a solução de algum imprevisto. Quando se trata de parentes ou grandes amigos, tanto a experiência quanto as lembranças da viagem se tornam melhores e mais fortes ainda.

5. Faça um checklist e não esqueça nada

Bagagem. Nada pior do que carregar malas pesadas. Mas também nada pior do que, ao chegar ao destino, perceber que esqueceu em casa coisas importantes que farão muita falta.

Para evitar que isso aconteça, o melhor é fazer, quem sabe uma semana antes da viagem, uma lista do que você precisa levar, para o período em que estará ausente, levando em conta as características do lugar para onde você vai e as atividades que pretende desenvolver: o clima, a geografia, os passeios turísticos que pretende fazer o os programas culturais que pretende realizar.

Além de roupas e calçados, esta lista também deve relacionar medicamentos de uso diário e eventuais e outros itens relacionados a saúde, pois não se pode ter certeza de que eles serão encontrados facilmente em caso de precisão durante a viagem. Fazer a lista ajuda também a não levar objetos desnecessários ou em quantidade excessiva, evitando assim excesso de bagagem. 

Mas atenção: faça a mala observando tudo o que relacionou na sua lista de viagem. Desse modo você evitará esquecer coisas importantes, o que, ao chegar no destino tão sonhado, te fará perder tempo e humor.

Gostou dessas dicas de viagem? Então, compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude mais pessoas a preparar a próxima e feliz aventura!

Boa viagem !

Fonte: Economia dia a dia

Dicas para cuidar de sua pele na terceira idade

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Com a chegada da terceira idade começamos a notar os sinais do processo natural do envelhecimento do corpo. A mais evidente dessas manifestações se dá na pele, que de uma certa forma, com suas rugas, manchas e sardas, conta a história de nossas vidas. A chamada pele “madura” merece respeito, e cuidado redobrado. Ela já sofreu com muita exposição ao sol, os efeitos da poluição, já perdeu boa parte das fibras de colágeno e elastina, ficou mais fina e mais suscetível a ferimentos. Mas você não precisa se assustar. Veja abaixo SEIS dicas para retardar o envelhecimento e conquistar uma pele mais bonita, viçosa e, principalmente, mais saudável.

Primeira dica: use protetor solar, mesmo em dias nublados. O protetor solar age como um filtro contra os raios ultravioleta e inibe ou retarda os sinais do foto-envelhecimento, além de ser a principal arma contra o câncer de pele. Se possível, evite a exposição solar prolongada ou entre as 10:00 horas e as 16:00 horas, quando a incidência dos raios solares é mais intensa.

Segunda: evite banhos quentes e demorados, pois eles ressecam a pele em demasia. Depois do banho, use sempre creme hidratante, que impedirá a perda excessiva de água através do suor. Evite também o uso de esponjas e escolha sabonetes que ajudem a manter a pele hidratada.

Terceira: beba muita água. Dois litros por dia é o normalmente recomendável. E consuma alimentos com alto teor de líquidos, vitaminas e minerais.

Quarta: evite o consumo de álcool e o cigarro. Ambos são bastante prejudiciais à saúde da pele, pois estimulam a formação de radicais livres. Sem falar que ainda afetam os sistemas nervoso, respiratório e digestivo, facilitando o aparecimento de doenças.

Quinta dica: se tiver tempo e recursos, alguns procedimentos estéticos de limpeza de pele podem ser uma boa opção. Sejam químicos, mecânicos ou a laser, eles eliminam sujeira, células mortas, promovem a renovação celular e reorganizam as fibras de colágeno, conferindo maior sustentabilidade e elasticidade à pele.

Sexta e última dica: não use qualquer produto que aparecer à sua frente. O que é bom para sua amiga pode ter efeito contrário sobre o seu organismo! Procure um médico dermatologista para orientação. Ele fará recomendações específicas para o seu tipo de pele e para o tipo de problema que está te incomodando.

E aproveite que você já chegou à terceira idade e, com a experiência dos anos, tornou-se mais sábia: ensine aos seus parentes mais novos (filhos, sobrinhos e netos) que os cuidados com a pele devem ser tomados desde a infância. O quanto antes tratarmos dela, melhores serão os resultados.

Fonte: http://www.fsfx.com.br